quinta-feira, 11 de abril de 2013

(Ef 5. 22-27) AO MARIDO: O AMOR FAZ SACRIFÍCIOS


“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.” (Ef 5. 25-27)

No casamento instituído por Deus e registrado no texto sagrado o marido constitui-se o cabeça do seu lar, líder de sua família, provedor de sua casa, e sacerdote de sua prole, logo ao homem foi dado por Deus a maior responsabilidade desde lá do Éden, sendo o homem o primeiro a ser formado, este foi quem de Deus recebeu as instruções de comportamento de, e cuidado para com, toda a criação, o homem feito a imagem de semelhança de Deus tinha como missão governar sobre toda a criação (Gn 1. 26) e também foi instruído sobre o comportamento que devia adotar no Jardim do Éden o local de sua habitação dele de sua família. (Gn 2. 15-17), portanto desde o princípio o homem devia adotar uma política de provedor e mantenedor da sua família, sendo assim este deveria cuidar, amar e ser o exemplo para a sua família.
Paulo ao instruir os crentes da Igreja de Éfeso sobre matrimônio ele faz alusão ao relacionamento de Cristo e a Igreja para explicar o relacionamento que deve existir entre marido e mulher, quando unidos pelos sagrados laços do matrimônio, o apóstolo fala neste texto do amor sacrifical de Cristo pela sua Igreja, amor em que o próprio Cristo entregou a sua vida para resgatar a Igreja e apresenta-la a si mesmo uma Igreja, pura, santa e imaculada. É este amor que deve permear o relacionamento conjugal entre o esposo e a esposa, assim como a mulher deve ser subordinada em tudo ao marido, como a Igreja esta submissa a Cristo, o esposo deve amar incondicionalmente a sua esposa, a ponto de entregar a sua própria vida na defesa, proteção e sustento de sua esposa, como Cristo o faz com a Igreja.
Portanto assim como o relacionamento de Cristo e a sua Igreja e indissolúvel, assim também o é o relacionamento conjugal entre marido e mulher, este princípio foi estabelecido com a finalidade de proporcionar ao casal uma vida conjugal abundante, porém o pecado arruinou o relacionamento planejado pelo Criador, e com isto o homem pela dureza de seu coração introduziu no relacionamento, a separação, o divorcio, e falta de respeito entre os cônjuges, e etc. Mas o plano de Deus para o casamento ainda sobrevive como regra para o relacionamento conjugal, e este foi ratificado pelo mestre da Galileia “ o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt. 19. 6). A paz do Senhor a todos.

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

(1 Co 7. 1, 2) UMA MULHER, UM MARIDO



“Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher; Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7. 1-2)

Já na instituição do casamento no Éden fica implícita a condição de monogamia dentro deste relacionamento hora instituído. Vejamos as afirmações de Adão ao receber a Eva por sua mulher: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gn 2. 23-24), e quando analisamos o texto bíblico como um todo este principio esta impregnado em toda a sua mensagem. Embora tendo durante muito tempo a prática da poligamia pelos filhos de Israel, e aconteceu desde a quinta geração após Adão (Gn 4. 19), no período dos patriarcas, e ate a monarquia, porem tais praticas nunca foram ordenadas por Deus, mas foram os homens por dureza de seus corações (Mt 19. 8), que resistindo ao mandamento divino insistiram por tanto tempo nesta prática que se constitui em uma abominação ao Senhor Deus.
Esta prática começou ser abolida entre o povo de Deus nos dia do retorno do cativeiro Babilônico, (Ed 10. 1-19), nos dias do ministério de Cristo, os fariseus se aproxima do Mestre e lhe interroga: E licito o homem deixar a sua mulher por qualquer motivo? (Mt 19. 3), veja que na inquirição dos fariseus estar implícito mais uma vez o principio bíblico do casamento monogâmico, a pergunta referia-se ao homem deixar a sua mulher, e não deixar “as suas mulheres”, além do que o Senhor Jesus ao responder a questão vai evocar ao que foi dito por Adão quando recebeu a sua mulher (Mt 19.5, 6 conforme Gn 2. 24), logo Cristo ratificou o princípio sagrado instituído por Deus desde o primeiro casamento que é o casamento monogâmico, indissolúvel e heterossexual.
Nas cartas paulinas o apóstolo que fundamenta seus ensinamentos nos evangelhos, vai destacar tal princípio com muita precisão a ponto de comparar o relacionamento conjugal entre o marido e sua esposa ao relacionamento entre Cristo de a Igreja, dado a pureza que cada cônjuge deve manter dentro do matrimônio (Ef 5. 22-33), ora e aqui não a brecha alguma para o relacionamento bígamo ou polígamo, pois o apóstolo inspirado pelo Espírito Santo jamais iria comparar o relacionamento de Cristo e sua amada Igreja, a um relacionamento poligâmico em desacordo com todo o mandamento divino. Na sua primeira epístola aos corintos no texto em tela, a monogamia estar ainda mais explicita, neste caso ele exortou: “cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7. 1-2), fugindo assim da prostituição, que é um ato abominável e que separa o homem de Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.

sábado, 6 de abril de 2013

LIÇÃO 1 – 2 Trim. 2013 – FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS




TEXTO ÁUREO.

“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Gn 2. 18)

VERDADE PRÁTICA.

A família é uma instituição divina. Ela é a base da vida social.


INTRODUÇÃO.

Estudaremos nesta lição:
  1. A família é a mais importante instituição planejada e criada por Deus, com o propósito de prover ao homem, companhia e bem-estar.
  2. As consequências e os desboroes enfrentados pela família a partir da queda do homem no Éden.
  3. A constituição da família ao longo do tempo, e os ataques malignos a esta instituição divina.
I – A FAMÍLIA NO PLANO DIVINO

1. O propósito no plano divino.
  • A família foi instituída a partir de uma necessidade humana (Gn 2. 18);
  • Para propiciar ao ser humano abrigo e relacionamento.
  • Fazer da família um núcleo para distribuir a benção divina sobre a terra (Gn 1. 28).

2. Um lugar de proteção e sustento.
  • O Éden um lugar perfeito criado por Deus para segurança, provisão e bem-estar do primeiro casal (Gn 2. 8-10);
  • Adão cuidava do Éden (Gn 2. 8), que produzia o suficiente pra sua alimentação e o casal desfrutava de uma vida saudável de feliz (Gn 1 .27-29);
  • Deus nos incumbiu da responsabilidade de zelar pela nossa família.

3. A primeira família.
  • Deus formou a Adão do pó da terra (Gn 2. 7), e lhe deu uma companheira formada de sua própria carne, Eva (Gn 2. 20-22) ;
  • A procriação estabelecida a partir da formação do primeiro casal (Gn 1 . 27,28);
  • A ordenação do casamento e as palavras de Adão ao receber a sua companheira (Gn 2. 22-24).
  • Com o casamento Deus criou a família a mais importante instituição de uma sociedade.

II – A QUEDA E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A FAMÍLIA.

1. O ataque do inimigo
  • Satanás levou o primeiro casal a desobedecer a Deus, pecando eles conduziram todas a condenação divina;
  • A família desde a sua instituição vem sendo alvo do Inimigo;
  • Satanás investiu na destruição dos propósitos divino para as famílias, porém os desígnios de Deus jamais serão frustrados (Jó 42. 2).
  • Jesus veio para o mundo para destruir os intentos do Maligno ( Gn 3 . 15; Jo 10. 10).

2. Os resultados da Queda no relacionamento familiar.
  • O pecado estar na origem dos males que atacam a família;
  • A queda despertou sentimentos como: medo, vergonha e culpa (Gn 3. 8-12);
  • O pecado faz adoecer o relacionamento familiar;
  • As transgressões causam culpa e separam as famílias da comunhão com Deus.
                 
3. A vida familiar depois da Queda.
  • A mulher teve as suas dores de parto aumentadas, o seu desejo será para o seu marido, e ele a governaria (Gn 3. 16);
  • Ao homem passou a trabalhar arduamente para produzir a sua alimentação; e com o suor de seu rosto passou a lavrar a terra todos os dias de sua vida (Gn 3. 17);
  • A terra afetada pelo pecado passou a produzir espinhos e cardos (Gn 3. 18);
  • A morte física é mais uma consequência da desobediência do homem (Gn 3. 19), além da expulsão do primeiro casal do Éden (Gn 3. 20-24);
  • Jesus veio para resgatar as famílias da maldição do pecado.


III – A CONSTITUIÇÃO DAS FAMÍLIAS AO LONGO DOS SECULOS.

1.  Família patriarcal.
  • A monogamia um principio estabelecido por Deus ( Gn 2. 24) e que foi desprezado e abandonado pelos patriarcas;
  • A mulher era considerada cidadã de segunda categoria;
  • O pai era o senhor da casa e da família, esposas e filhos não tinham liberdade de escolha;
  • O patriarca era o líder espiritual responsável pelo culto e ritos religiosos adotados pela família.

2. A família nuclear (monogâmica).
  • Modelo idealizado pelo Senhor Deus; também conhecido por família tradicional;
  • Família formada por um homem e uma mulher unidos pelos laços indissolúveis do matrimônio com o objetivo de procriação e educação de filhos;
  • A poligamia fere tal principio. Contrariando a vontade de Deus para o bem-estar da família (Gn 2. 24; Mt 19. 5)

3.  A família na atualidade.
  • No contexto social em que vivemos a família pode passar por mudanças, porém sem abrir mão dos princípios divinos que são eternos e imutáveis (Mt 24. 35);
  • Principais inimigos da família na atualidade:
    •                  A carne (Rm 7. 15-24; 8. 1, 2; Gl 5. 16);
    •                 O Mundo ( Mt 6. 24; 1 Jo 2. 15; 5. 4);
    •                 O Diabo ( Tg 4. 7; Ef 6 .10-17);
  • A família Cristã precisa crer naquele que a criou e usar a sua Palavra como sua regra de fé e prática.

CONCLUSÃO

Faço minhas as palavras do comentarista da lição: “Nunca a família foi tão desafiada pelas forças do mal hoje. Porém, é na presença do Senhor que a família garantirá a vitória sobre os desafios da sociedade atual. Busquemos ao senhor juntamente com a nossa casa.”


Referências bibliográficas: 

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministéri4 de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.







EXERCÍCIOS - LIÇÃO 1 – 2 Trim. 2013 – FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS


Nome:
Assinale verdadeiro ou falso:

1 Podemos definir família como um grupo de pessoas ligados por casamento, filiação e adoção.

(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

2 O modelo de casamento idealizado por Deus para o bem-estar da famílias era polígamo.

(  ) Verdadeiro                                                                 (   ) Falso

3 A criação da mulher, que foi formada a partir de uma costela tirada do próprio homem, é um ato da criação de Deus para satisfazer uma necessidade do ser humano conforme (Gn 2. 18-24).

(  ) Verdadeiro                                                                 (   ) Falso

4  O pecado não é a origem dos males que atacam a família.

(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

5 A morte física é mais uma das consequências da transgressão do homem no Éden.   

(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso


Responda:

6 Qual o modelo de família idealizado por Deus desde o principio da criação?


7 Faça um pequeno comentário, em 5 linhas, sobre os principais inimigos da família na atualidade.