Leitura Diária




(Ef 5.25) O AMOR DO MARIDO PELA ESPOSA
Terça feira 16/04/2013

“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,” (Ef  5. 25)

O amor no relacionamento conjugal é algo que deve ser cultivado todos os dias da vida do casal, ao marido, cabe à função de amar incondicionalmente a sua esposa aquela mulher que Deus lhe deu como ajudadora, e promotora de alegria e prazer dentro do lar. O esposo que não ama a esposa comete pecado, uma vez que desobedece a Palavra de Deus, com forme o texto em tela. Nos momentos solenes das cerimônias de enlaces matrimoniais geralmente o ministrante cita esta passagem bíblica de Paulo aos Efésios, porém muitos dos jovens rapazes, ainda não preparados devidamente para o casamento, escutam tais palavras e as tem como uma mera formalidade, e mais uma bela mensagem para massagear os ouvidos dos noivos e convidados, mas entendemos que se o jovem ainda não compreende a importância desta palavra, e deste compromisso, e ainda não tem a capacidade de amar aquela que ele escolheu para esposa na forma como o apóstolo descreveu neste texto, o mesmo não deve casar-se e nem tão pouco receber as bênçãos do matrimonio diante do altar do Senhor.
Assim afirmou o Pr. Elinaldo Renovato: “Casamento sem amor é como planta sem água: acaba morrendo. O amor a esposa, recomendado pela Bíblia, é o mais elevado possível. É semelhante ao amor de Cristo pela Igreja. Isto indica que o amor do esposo deve ser comparado ao amor de Cristo para com a Igreja. É maior do que qualquer amor comum: é um amor sublime.”. No casamento o amor gera a união plena. Antes eram os dois concebidos, criados e educados em realidades diferentes, mas que durante o processo de namoro e noivado se descobriram em afinidades e se unirão pelos laços do matrimonio, agora não são mais dois mais, uma só carne (Ef 5. 31), e este entrelaçamento de corpos alma e espírito, só é possível quando permeado por um amor, sincero, puro e eterno, como o amor de Cristo para com a sua amada Igreja.
Portanto é mandamento divino, a submissão da esposa ao esposo, e é dever do esposo amar incondicionalmente a sua esposa, um amor que gera no casal a união de pensamentos, de sentimentos e de propósitos. Que o amor de Deus esteja sempre impregnado em nossos corações e que possamos a cada dia viver intensamente, nós os casados, este amor que supera dificuldades e eterniza a relacionamento conjugal. Amém!!


Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.





(Hb 13. 4) O VALOR ESPIRITUAL DO CASAMENTO
Segunda feira 15/04/2013


“Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará.” (Hb 13. 4)

No texto o escritor aos Hebreus em suas últimas recomendações a Igreja de Cristo, faz uma exortação à santidade, isto é a separação dos crentes em Cristo das práticas mundanas, entre as advertências encontramos esta em reação a santificação no relacionamento conjugal. Ora o apóstolo Paulo já havia comparado este relacionamento, ao amor de Cristo pela sua Igreja (Ef 5. 22-33; Cl 3. 18, 19), trazendo para o casamento um grau de pureza ao matrimônio, sem precedente em toda a Escritura Sagrada, em se tratando de relacionamento entre seres criados por Deus. Logo o matrimônio esta muito acima de um mero relacionando entre um homem e uma mulher, ou de um ajuntamento de corpos para um prazer físico. Mas assim como Cristo amou a Igreja e em um ato espiritual e sacrifical deu a sua vida para resgata-la do pecado, comprando-a para si mesmo, e apresentando-a a si mesmo sem mácula ou rugas, mas uma Igreja santa e pura, e no relacionamento entre Cristo e sua Igreja, jamais houve infidelidade, adultério ou qualquer sombra de traição, assim também o casamento vai além da atração física tornando-se uma união de indissolúvel, pois se trata de um misterioso entrelaçamento de corpo, alma e espírito.
O casamento no Novo Testamento estar num patamar muito elevado espiritualmente falando, o texto de Hebreus, fala de veneração, quando falamos neste termo o primeiro sentido que nos veem a mente é “adoração”, mas entendemos que a adoração só e devida a Deus o criador de todas as coisas, portanto a expressão adoração não se aplica ao matrimônio, logo temos que buscar um outro significado para “venerado”, e aqui pode ser entendido como ter grande consideração, respeitar, sentido este que pode perfeitamente se aplicar ao casamento, em razão do seu grande valor espiritual. O leito sem mácula faz referência à santidade do relacionamento conjugal ou sexual do casal, este deve ser preservado sem mancha, sem pecado. Porém aqueles que buscam um relacionamento fora do casamento, os que se dão ao adultério, e a prostituição, profanado união mística do matrimônio, Deus com certeza os chamará a responsabilidade, derramando sobre os tais o justo juízo divino.
Portanto somente pelo matrimônio, monogâmico, heterossexual, e indissolúvel é possível manter esses princípios de santidade e pureza do casamento, fiquem todos na paz do Senhor Jesus. Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.




(Ef 5. 22-27) AO MARIDO: O AMOR FAZ SACRIFÍCIOS
Terça feira 09/04/2013


“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.” (Ef 5. 25-27)

No casamento instituído por Deus e registrado no texto sagrado o marido constitui-se o cabeça do seu lar, líder de sua família, provedor de sua casa, e sacerdote de sua prole, logo ao homem foi dado por Deus a maior responsabilidade desde lá do Éden, sendo o homem o primeiro a ser formado, este foi quem de Deus recebeu as instruções de comportamento de, e cuidado para com, toda a criação, o homem feito a imagem de semelhança de Deus tinha como missão governar sobre toda a criação (Gn 1. 26) e também foi instruído sobre o comportamento que devia adotar no Jardim do Éden o local de sua habitação dele de sua família. (Gn 2. 15-17), portanto desde o princípio o homem devia adotar uma política de provedor e mantenedor da sua família, sendo assim este deveria cuidar, amar e ser o exemplo para a sua família.
Paulo ao instruir os crentes da Igreja de Éfeso sobre matrimônio ele faz alusão ao relacionamento de Cristo e a Igreja para explicar o relacionamento que deve existir entre marido e mulher, quando unidos pelos sagrados laços do matrimônio, o apóstolo fala neste texto do amor sacrifical de Cristo pela sua Igreja, amor em que o próprio Cristo entregou a sua vida para resgatar a Igreja e apresenta-la a si mesmo uma Igreja, pura, santa e imaculada. É este amor que deve permear o relacionamento conjugal entre o esposo e a esposa, assim como a mulher deve ser subordinada em tudo ao marido, como a Igreja esta submissa a Cristo, o esposo deve amar incondicionalmente a sua esposa, a ponto de entregar a sua própria vida na defesa, proteção e sustento de sua esposa, como Cristo o faz com a Igreja.
Portanto assim como o relacionamento de Cristo e a sua Igreja e indissolúvel, assim também o é o relacionamento conjugal entre marido e mulher, este princípio foi estabelecido com a finalidade de proporcionar ao casal uma vida conjugal abundante, porém o pecado arruinou o relacionamento planejado pelo Criador, e com isto o homem pela dureza de seu coração introduziu no relacionamento, a separação, o divorcio, e falta de respeito entre os cônjuges, e etc. Mas o plano de Deus para o casamento ainda sobrevive como regra para o relacionamento conjugal, e este foi ratificado pelo mestre da Galileia “ o que Deus ajuntou não separe o homem” (Mt. 19. 6). A paz do Senhor a todos.

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.





(1 Co 7. 1, 2) UMA MULHER, UM MARIDO
Segunda feira 08/04/2013

“Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher; Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7. 1-2)

Já na instituição do casamento no Éden fica implícita a condição de monogamia dentro deste relacionamento hora instituído. Vejamos as afirmações de Adão ao receber a Eva por sua mulher: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gn 2. 23-24), e quando analisamos o texto bíblico como um todo este principio esta impregnado em toda a sua mensagem. Embora tendo durante muito tempo a prática da poligamia pelos filhos de Israel, e aconteceu desde a quinta geração após Adão (Gn 4. 19), no período dos patriarcas, e ate a monarquia, porem tais praticas nunca foram ordenadas por Deus, mas foram os homens por dureza de seus corações (Mt 19. 8), que resistindo ao mandamento divino insistiram por tanto tempo nesta prática que se constitui em uma abominação ao Senhor Deus.
Esta prática começou ser abolida entre o povo de Deus nos dia do retorno do cativeiro Babilônico, (Ed 10. 1-19), nos dias do ministério de Cristo, os fariseus se aproxima do Mestre e lhe interroga: E licito o homem deixar a sua mulher por qualquer motivo? (Mt 19. 3), veja que na inquirição dos fariseus estar implícito mais uma vez o principio bíblico do casamento monogâmico, a pergunta referia-se ao homem deixar a sua mulher, e não deixar “as suas mulheres”, além do que o Senhor Jesus ao responder a questão vai evocar ao que foi dito por Adão quando recebeu a sua mulher (Mt 19.5, 6 conforme Gn 2. 24), logo Cristo ratificou o princípio sagrado instituído por Deus desde o primeiro casamento que é o casamento monogâmico, indissolúvel e heterossexual.
Nas cartas paulinas o apóstolo que fundamenta seus ensinamentos nos evangelhos, vai destacar tal princípio com muita precisão a ponto de comparar o relacionamento conjugal entre o marido e sua esposa ao relacionamento entre Cristo de a Igreja, dado a pureza que cada cônjuge deve manter dentro do matrimônio (Ef 5. 22-33), ora e aqui não a brecha alguma para o relacionamento bígamo ou polígamo, pois o apóstolo inspirado pelo Espírito Santo jamais iria comparar o relacionamento de Cristo e sua amada Igreja, a um relacionamento poligâmico em desacordo com todo o mandamento divino. Na sua primeira epístola aos corintos no texto em tela, a monogamia estar ainda mais explicita, neste caso ele exortou: “cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7. 1-2), fugindo assim da prostituição, que é um ato abominável e que separa o homem de Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.





(Sl 128. 1) O TEMOR DO SENHOR TRAZ BÊNÇÃOS PARA A FAMIÍLIA
Quinta feira 04/04/2013


“Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos.” (Sl 128. 1)

O salmista neste cântico ele declara a benção divina sobre o lar onde há o temor a Deus e a seus mandamentos, o temor aqui não descreve um obediência cega e robotizada, mais uma obediência consciente e voluntaria, sabendo que é através do fazer conforme a orientação e a vontade soberana de Deus é que a família vai estar segura no enfretamento aos ataques malignos que a cada investida tenta destruir a comunhão do homem com o seu criador, restaurada a parir do sacrifício de Cristo.
Vejamos o Salmo na íntegra: “Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR. O SENHOR te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.” (Sl 128. 1-6), o texto descreve a porção divina destinada ao lar daquele que faz do temer a Deus o compromisso de sua casa, O senhor o fartará pelo produzir de seus braços, e com a benção divina sobre a sua prole este será feliz, e vivera em paz.
A esposa é comparada a planta de uma videira, viçosa e frutífera que integra a vinha plantada a lado de sua casa capaz de produzir uvas especiais de boa qualidade, trazendo renda de bem-estar para toda a família, Já os filhos comparados a oliveiras plantados próximos a casa com capacidade de produção e fonte de renda e conforto da toda a fazenda, os filhos naqueles dias eram vistos como elementos essências a vida (Sl 127. 3-5), uma vez que ter filhos significava ter capacidade de produzir nos campos e lavouras, capacidade para administrar e se defender dos inimigos, filhos eram sinal da benção divina e quanto mais crianças mais gente para trabalhar nas fazendas, o que poderia aumentar o bem-estar geral da família.
Portanto entendemos que se quisemos gozar as bênçãos divinas descritas neste belo salmo devemos temer com integridade ao Senhor, e andar conforme os seus ensinos, trazendo sobre nos os favores do Eterno Deus descritos pelo salmista.  Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.
PONTES, José Filho. Põe em Ordem Tua Vida e a Tua Casa... 1ª edição. Visão Cristocêntrica Publicações. Campina Grande. 2013.




(Sl 119. 105) A PALAVRA DE DEUS GUIA A FAMÍLIA
Quarta feira 03/04/2013


“Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.” (Sl 119. 105)

Fundamentada na palavra de Deus, a família caminha em bases solidas, uma vez que Deus ao instituir o casamento, a partir do primeiro casal (Gn 2. 23-25), Adão e Eva, tinha como premissa a formação de um lar onde habitasse o amor e harmonia, e houvesse condições propícias a criação e educação de filhos. O próprio Deus construiu um lugar perfeito para abrigar o primeiro casal e seus descendentes, o Éden se constituía em um ambiente especial o qual acolhia, dava proteção e provisão ao lar recém-formado no jardim nossos primeiros pais tinham tudo de que necessitavam para desfrutar de uma vida saudável de feliz. (Gn 1. 29).
Naquele paraíso o homem vivia em perfeita harmonia com o seu criador, que todos os dias ao entardecer vinha ao jardim para conversar com o casal (Gn 3. 8), portanto entendemos que o bem estar do casal naquele paraíso criado pelo Senhor Deus, dependia apenas da obediência do primeiro casal aos mandamento divinos (Gn 2. 15-17), que neste texto entendemos como obediência a Palavra de Deus, porém o primeiro casal, certo dia deu ouvidos e cedeu as tentações malignas desobedecendo a Deus e os seu mandamento, vindo daí a queda e a ruína sobre toda a raça humana. Portanto se o homem tivesse dado a devida credibilidade às palavras de Deus, e permanecido em obediência a determinação divina, até hoje viveria em harmonia com o seu criador desfrutando dos beneficio de sua Augusta presença. Vindo a queda, surge então à necessidade de redenção, esta já foi decretada ainda no Éden quando Deus sentenciou: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gn 3. 15).
Foi através do comprimento desta de demais profecias bíblicas pelas quais o Senhor Deus resgatou o homem da sua condição de perdido e distanciado de Deus, para a condição de redimido e comprado pelo sangue de Cristo no calvário, e é pelo conhecimento da Palavra de Deus que o homem chega a refazer o caminho de volta ao seu criador. Daí o salmista afirmar, “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.” (Sl 119. 105). Uma vez que sem o sacrifício de Cristo, e sua ressurreição e conhecimento de sua palavra, todas as famílias da terra estariam fadadas a perdição eterna. Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(Sl 68. 6) DEUS FAZ QUE O SOLITÁRIO VIVA EM FAMÍLIA
Terça feira 02/04/2013

“Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca.” (Sl 68. 6)

O salmista Davi em um cântico de ações de graça e louvor a Deus faz uma alusão ao poder do Eterno em agir em beneficio dos menos favorecidos, de proteger o justo e desarraigar da terra aqueles que praticam a iniquidade e a injustiça, dentro deste louvou encontramos uma afirmativa do salmista que revela o cuidado de Deus em atender as necessidades daqueles que vivem em solidão, o texto fala de órfãos, viúvas, solitários e presos (Sl 68. 4-6), grupos que de uma forma ou de outra enfrentam o problema da solidão, porém o salmista louva a Deus pela sua provisão e cuidado para com tais grupos, lhes provendo sustento e companhia, a fim de proporcionar a estes, felicidade e bem-estar.
A palavra de Deus esta recheada de exemplo de pessoas que estando em solidão ou mesmo não tinham filhos, e até perderam parentes próximos que receberam de Deus companhias, ou tiveram a vida de seus parentes, restituídas para a felicidade daquele que estavam sentindo-se só, e para gloria de Deus. Casos como o de Adão que logo após a criação não se achou companheira para ele, e o próprio Deus declarou “Não é bom que o homem viva só” ( Gn 2. 18), pelo que o Senhor tomou do próprio Adão uma costela e formou para ele uma companheira da qual o primeiro homem declarou, “ Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.” (Gn 2. 23), demonstrando assim a satisfação e bem-estar do homem e relação a poder viver em família. Abraão e Sara o pai da nação de Israel, que em sua velhice Deus lhe fez uma promessa e lhes deu a Isaque e desta semente suscitou a nação de Israel e nos deu a Jesus Cristo para salvação dos homens. No ministério do profeta Elias, vamos encontrar este sendo alimentado por uma pobre viúva em Sarepta, esta tinha um filho que lhe servia de conforto em meio a solidão de sua viuvez, porém um dia aquele menino adoeceu e morreu, pelo que o Senhor Deus faz reviver aquela criança e tornar o ânimo aquela mulher (1 Rs 17. 8-24) nos dias do profeta Eliseu, temos uma mulher de cidade de Sunen que deu guarida ao homem de Deus em sua casa, porém aquela mulher sendo casada não tinha filhos, e por promessa de Deus através de Eliseu a mulher teve um filho varão, e em sua adolescência veio a falecer e novamente entra em cena o profeta e o Senhor Deus restitui a vida do garoto para jubilo de sua mãe. (2 Rs 4. 8-37). O caso de Ana que vivia oprimida por Penina sua serva que tinha filhos, porém Ana era estéril, e em um dia de suplica no templo Deus lhe concede a graça de ter um filho o profeta Samuel que depois de desmamado foi dedicado ao Senhor passou a viver no templo em casa do sacerdote Eli, vindo posteriormente ser profeta, sacerdote e juiz em Israel (1 Sm 1. 9-28).
Por todos estes relatos sagrado entendemos que o salmista tinha razão em expressar a sua gratidão a Deus, pelos seus feitos maravilhosos, para fazer o solitário habitar em família, e a estéril ser mãe de filhos. Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(Gn 2. 18) NÃO É BOM QUE O HOMEM VIVA SÓ
Segunda feira 01/04/2013

“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei um ajudadora idônea para ele.” (Gn 2. 18)

Neste segundo trimestre na nossa Escola Bíblica Dominical vamos estudar uma lição sobre a família, vejamos o que escreveu o comentarista da lição na introdução da primeira lição que tem como tema: “Família, Criação de Deus. A família é a mais importante instituição criada por Deus para a sociedade. Neste trimestre teremos a oportunidade ímpar de tratar alguns temas que são extremante relevante para que tenhamos uma vida familiar bem- sucedida.” O texto bíblico em tela enfatiza o propósito divino ao instituir a família, esta teve origem lá no Éden logo após a criação do homem, e podemos observar pelo contexto sagrado que durante a criação até o dia em que Deus fez o homem, tudo que havia sido criado, e Deus contemplaria a sua criação, sempre o criador atestava que o que foi criado era bom, “... e viu Deus que era bom.” (Gn 1. 10, 12, 18, 21, 25, 31), porém logo após a criação do homem nos vamos encontra a seguinte expressão e por uma afirmativa de Deus o criador, “Não é bom que homem esteja só;” (Gn 2. 18), logo todas as coisas estavam criadas e eram elas muito boas, mas entre a criação havia uma necessidade a ser suprida da qual Deus afirma que daquela maneira não estava boa e em perfeita harmonia, pois afirma a escritura para embora o homem estivesse rodeado de outro seres criado, e que ele dominasse toda a criação e fosse o líder entre as criaturas, para o homem não se achou uma companhia que lhe auxiliasse e que estivesse a altura do homem, o ser que era a primazia da  criação de Deus.
Deus decide pela criação de um novo ser a partir do homem este lhe faria companhia, e estaria ao seu lado como um ser idôneo e que auxiliaria o homem no governo de toda a criação de Deus, portanto Deus tira da própria carne do homem uma das suas costelas e lhe produz uma mulher, ser este com a capacidade de procriação e maternidade a mulher, resolvendo de vez por todas o problema de solidão do homem, a partir de então seriam os dois homem e mulher constituídos em família (Gn 2. 24), com a capacidade de reproduzirem, terem filhos formando então a primeira família. Portanto a família instituída por Deus é uma família constituída por um casal heterossexual com a capacidade de reprodução e criação de filhos, toda e qualquer núcleo humano formado na sociedade com o objetivo de união conjugal que não seja regido por tal principio não pode ser tratado por uma família, e esta célula não tem sobre ela as benção divinas dispensadas por Deus a famílias (Sl 128. 1 3). São instituições humanas, que só tem um compromisso de atender o ser humano em seus deleites e prazeres mundanos, sem a menor responsabilidade como valores morais e espirituais revelados pela Palavra de Deus.
Portanto o propósito divino ao instituir a família era: 1. Evitar a solidão, o homem foi criado um ser para viver em família. 2. Promover o bem- estar social do homem recém-criado, sendo um ser criado para viver em comunidade não poderia viver completamente realizado e habitar em sociedade vivendo só em meio à criação uma vez que para o homem não se achava uma auxiliar. A família é a célula mãe da sociedade. 3. Proporcionar o bem-estar emocional, marido e mulher quando ajuntados dentro do propósito divino de formação de um lar, eles se completam, se ajudam mutuamente, impulsionado pelo amor conjugal. 4. Multiplicação da espécie, somente um homem e uma mulher juntos e ligados um ao outro pelo vinculo do amor conjugal e referendado pelo mandamento divino tem condições de produzir filhos, criá-los dentro do temor a Deus e fazê-los bons cidadãos para sociedade e para servir a Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã no Século XXI. Lições Bíblicas, 2º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. 1ª edição. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(2 Rs 13. 23, 25) A FIDELIDADE DE DEUS
Sábado 30/03/2013

“Porém o SENHOR teve misericórdia deles, e se compadeceu deles, e tornou-se para eles por amor da sua aliança com Abraão, Isaque e Jacó, e não os quis destruir, e não os lançou ainda da sua presença. E morreu Hazael, rei da Síria e Ben-Hadade, seu filho, reinou em seu lugar. E Jeoás, filho de Jeoacaz, tornou a tomar as cidades das mãos de Ben-Hadade, que ele tinha tomado das mãos de Jeoacaz, seu pai, na guerra; três vezes Jeoás o feriu, e recuperou as cidades de Israel.” (2 Rs 13. 23-25)

Deus se dirigindo a Jeremias em visão lhe pergunta: Que é que vês, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.” (Jr 1. 11, 12), Isto falando do zelo do Eterno em cumpri a sua palavra, pois bem, com o profeta Eliseu vamos nos deparar com um exemplo que caracteriza bem a fidelidade divina para com a sua palavra. Ora o profeta Eliseu estava doente, e em seus últimos dias, quando recebeu a visita do rei Jeoás, já em seu leito de morte, porém naquele dias Deus por boca de Eliseu prometeu livrar a Israel do jugo do sírios.
A palavra de Deus veio ao rei por intermédio de Eliseu, e demonstrado pala a ação do rei em atirar flechas para o oriente, Eliseu lhe ordena para ferir a terra com as flecha, pelo que o rei atira três fecha, e Eliseu indignado com a pouca fé e descaso do rei com aquele ato, lhes informa: deverias ter atirado cinco ou seis flecha (2 Rs 13. 19) uma vez que tais flechas simbolizavam a vitória de Israel sobre os sírios. Eliseu falece e foi sepultado e o jugo de Israel pelos sírios continua, porém a palavra de Deus pelo profeta Eliseu continua de pé e só depois da morte do rei da Síria Hazael, e com a ascensão de seu filho a trono, Deus se volta aos filhos de Israel, e depois de três intervenções bélicas de Jeoás, conforme o número de flecha por ele atirada, quando do seu último encontro com Eliseu, Deus lhes devolve os territórios dominados pelos sírios, cumprindo assim as palavras proferidas pelo profeta Eliseu.
Embora o profeta já estivesse morto e sepultado, e que alguns tenham até esquecido as promessas de Deus por intermédio do profeta, Deus jamais se esqueceu do seu concerto com os filhos de Israel, e no tempo aprazado cumpriu a promessa dando livramento ao seu povo (2 Rs 13 22-25). Deus é Fiel. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 13. 21) O JUSTO ABENÇOA EM TODO TEMPO 
                                                              Sexta feira 29/03/2013

“E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram uma tropa, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem, e tocando os ossos de Eliseu, reviveu, e se levantou sobre os seus pés.” (2 Rs 13. 21)

O profeta Eliseu, teve o seu ministério voltado para a realização de milagres que beneficiaram muitas pessoas, enquanto Elias tinha o ministério no deserto, Eliseu foi um profeta urbano, de grande sensibilidade aos sofrimentos do seu povo, ele sempre abençoou aqueles que lhe procurava.
Vamos encontrar o profeta junto a Jericó purificando uma fonte que jorrava água salgada e imprópria ao consumo humano (2 Rs 2. 18-22), e em uma época de escassez de água aquele milagre não só beneficiou aos filhos do profetas, discípulos de Eliseu, como também a toda a população que habitava nas proximidades daquela fonte. A viúva que estava para perder os seus dois filhos, em razão do falecimento do seu esposo que era um homem temente a Deus, e servo do homem de Deus, este havia deixado uma dívida que agora era cobrada pelos credores e a mulher não tendo como saldar a dívida, os credores iriam tomar-lhe os filhos como escravos até que a dívida fosse paga (2 Rs 4. 1-7), a mulher desesperada procura o homem de Deus, este lhe multiplica o azeite que a mulher possuía em uma botija, a ponto de mulher pagar a dívida e ainda viver com o excedente. Uma mulher de Suném, que hospeda o profeta em sua casa, esta não possuía filhos, mas pela palavra Eliseu, Deus lhe deu um filho (2 Rs 4. 8-37), porem quando o menino já estava crescido adoeceu e chegou a falecer, então vem a benção de Deus mais uma vez pela intervenção do profeta que restitui a vida ao jovem . E outros milagres registrados no livro de 2 Reis tais como, A retirada do veneno da panela (2 Rs 4. 38-41), A multiplicação dos pães, com vinte pães Eliseu dar de comer a cem homens (2 Rs 4. 42-44). A cura do general sírio Naamã, curado após mergulhar sete vezes no Jordão conforme a ordem de profeta Eliseu (2 Rs 5. 1-19). O ferro do machado que caiu no Jordão enquanto o jovem cortava uma árvore (2 Rs 6. 1-7).
No seu último milagre, que ocorreu mesmo após sua morte (2 Rs 13. 20-21), pois homens de Israel na pressa para sepultarem um homem o jogaram no túmulo onde estava sepultado o profeta, e o cadáver ao tocar os restos mortais de Eliseu, volta a vida em mais um ato de benção na vida daquele que estava sendo sepultado. Portanto entendemos que o ministério deste justo homem de Deus, foi uma benção na vida dos que lhe rodeava e até mesmo após a sua morte ele continua sendo uma benção na vida de muitos, não só pelo milagre de ressurreição daquele que foi jogado em seu tumulo, mais também pelo legado de fé e justiça deixado ao povo de Deus em todos o tempos e que até hoje nos serve de lição. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 13. 17) O LADO DIVINO DA PROFECIA
Quarta feira 27/03/2013

“E disse: Abre a janela para o oriente. E abriu-a. Então disse Eliseu: Atira. E atirou; e disse: A flecha do livramento do SENHOR é a flecha do livramento contra os sírios; porque ferirás os sírios; em Afeque, até os consumir.” (2 RS 13. 17)

A profecia é essencialmente a manifestação dos desígnios de Deus, através da voz humana, o oficio de profeta no Antigo Testamento exigia do profeta uma conduta ilibada e uma extrema fidelidade na transmissão dos oráculos divinos ao povo e a quem Deus diria a palavra profética sobre pena de o profeta ser banido do meio do povo de Deus (Dt 13. 1-11; 18. 15-22), logo a profecia tem como premissa a vontade e a soberania divina e qualquer manifestação que não estiver dentro deste padrão bíblico deve ser desconsiderada, o comentarista da lição aborda os jarrões que estar em moda dentro das nossas igrejas na atualidade tal como “Eu profetizo sobre a tua vida” ele afirma: “Embora bonito e vestido de roupagens espirituais, tal jarrão não passa de orgulho e afetação humana” isto porque a profecia para merecer a credibilidade da Igreja do Senhor Jesus Cristo deve seguir o modelo bíblico de soberania e vontade de Deus (2 Pe 1. 20, 21) e nunca estar fundamentada no orgulho e querer humano.
Eliseu durante o seu ministério foi exemplo deste fundamento em suas profecias, sempre ao dirigir a palavra em profecia, vamos encontrar a expressão “Assim diz o Senhor”(2 Rs 2. 21; 3. 16) demonstrando a orientação divina na sua expressão profética, é o que vamos encontrar também no texto em tela implicitamente na expressão “flecha do livramento do Senhor” (2 Rs 13. 17), portanto entendemos que o profeta sempre recebia de Deus o que profetiza, e reproduzia fielmente o que de Deus recebia, e o que fala tinha o seu fiel cumprimento, atestando a sua conduta como profeta de Deus. Daí compreendermos que a profecia tem o seu principio em Deus e não no homem, e, portanto o profeta deve receber de Deus a inspiração para assim entregar aquilo que o Senhor Deus lhe ordenar, e esta ordem nunca poderá ser invertida sob pena de o profeta se equivocar em suas emoções e falar aquilo que o Senhor não lhe autorizou.

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(2 Rs 13. 14) O SOFRIMENTO HUMANO
Terça feira 26/03/2013

“E Eliseu estava doente da enfermidade de que morreu, e Jeoás, rei de Israel, desceu a ele, e chorou sobre o seu rosto, e disse: Meu pai, meu pai, o carro de Israel, e seus cavaleiros!” (2 Rs 13. 14)

O profeta Eliseu depois de cumpri o seu ministério, já o alto dos seus oitenta anos de idade, conforme alguns estudiosos do Antigo Testamento, já cansado pelo passar dos anos, ele adoecem (2 Rs 13. 14-19), e aquela enfermidade lhe levaria ao túmulo, é certo que a enfermidade lhe causaria sofrimentos e dores, até porque, mesmo sendo um valoroso e fiel homem de Deus, era humano e estava sujeito as mesmas paixões de qualquer dos homens (Tg 5. 17, 18), não era por ser um profeta, e sincero servo do Deus Altíssimo que estava imune as limitações desta vida.
O que aconteceu como o profeta Elizeu em seus últimos dias é um testemunho que rebate a tese dos seguidores da teologia a prosperidade e da confissão positiva, será que alguém terá a coragem de acusar o profeta de falta de fé, ou mesmo de não conhecer o Deus a quem ele servia, ou ainda de dizer que o profeta não sabia por a sua fé em ação. Logo entendemos que o profeta viveu conforme a soberana vontade de Deus e em seus últimos dias padeceu de uma enfermidade natural, cuja consequência foi a sua partida para ir morar em definitivo no paraíso, e assim aguardar a ressurreição do ultimo dia.
A fé e a sinceridade deste profeta, e o poder Deus foi tão atuante no ministério deste homem de Deus que mesmo após a sua morte, Deus através dos seus restos mortais ainda operava milagres (2 Rs 13. 20,21), fato só narrado nas Escrituras Sagradas, pelo ministério de Eliseu. Portanto este profeta é exemplo de fé, e dedicação ao serviço de seu Deus, porém um ser humano limitado e sujeito a debilidade no seu corpo físico com o passar dos dias, como qualquer dos humanos. Amém!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 6. 6) EDUCAÇÃO E ENCORAJAMENTO
Quinta feira 21/03/2012

“E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro.” (2 Rs 6. 6)

Buscar a excelência no ensino e aprendizagem, eis um papel preponderante da escola, e sua razão de existir, é dento desta visão que vamos encontrar o profeta Eliseu na função de um supervisor e instrutor nas escolas de profetas de sua época. O profeta Eliseu, não só exercia o seu ministério pela pregação itinerante, e pela operação de milagres e maravilhas, mas também pela coordenação e instrução nestas escolas. Além de dar aulas o profeta fornecia encorajamento na busca de uma excelência no aprender daqueles jovens alunos que estavam sob a sua liderança.
O contexto dos livros de 1 e 2 Reis é revelador, quanto ao comportamento dos profetas Elias e Eliseu, estes tinham o sério compromisso de transmitir ás gerações mais novas o que eles haviam aprendido do Senhor. Vejamos o episódio do confronto de Elias com os profetas de Baal no monte Carmelo, neste confronto Elias desafia os profetas de Baal a invocarem os seus deuses, e estes deveriam responder com fogo, que consumiria o sacrifício destes que se encontrava sobre o altar, como Baal não respondeu aos seus profetas, Elias após consertar o altar clama ao Senhor Deus e este responde a Elias com fogo consumindo ao sacrifício e mostrando a todos os presentes que o Deus de Elias era o Deus verdadeiro e o Deus que deveria ser adorado por todos.  Entendemos que Elias estava acompanhados de seus alunos os filhos dos profetas, que presenciaram toda aquela cena, e que poderem engrossar o coro daqueles que clamavam “Só o Senhor é Deus”, e sobre o comando de Elias perseguiram e destruíram a oitocentos de cinquenta profetas de Baal ( 1 Rs 18. 22-40), logo cremos que naquele episódio foi mais uma aula pratica de encorajamento para os alunos da escola de profetas nos dias de Elias. No ministério de Eliseu esta influencia do profeta sobre seus alunos é mais explicita com varias passagem descrevendo realização de milagres e maravilhas com a participação e na presença destes alunos, o que nos garante a transmissão de um ensino de qualidade e compromissado com excelência da aprendizagem destes alunos.
Nós hoje, corpo descente da EBD, que fazemos e somos responsáveis pelo o ensino sistemático da palavra de Deus a um grande número de alunos que busca o conhecimento de Deus através de nossas aulas, devemos como nos instrui o apóstolo Paulo, “Aquele que ensina que se dedique ao ensino” (Rm 12. 7), buscar a excelência no ensino e na instrução dos mandamentos divinos, seja pela ministração sistemática da palavra de Deus, seja pelo nosso exemplo de vida como educador e ministro de Senhor Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 9. 1) EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
Quarta feira 20/03/2013

“Então o profeta Eliseu chamou um dos filhos dos profetas, e lhe disse: Cinge os teus lombos; e toma este vaso de azeite na tua mão, e vai a Ramote de Gileade;” (2 Rs 9. 1)

As escolas de profetas dos dias do profeta Eliseu, não só educava na orientação do mandamento divino como treinava os seus discípulos no exercício de suas funções ministeriais, era parte integrante deste treinamento o trabalhar dos discípulos dos profetas sob as ordens do líder (2 Rs 2. 15, 16), como foi o caso do cortar as vigas no Jordão para construção de uma tenda, onde os filhos dos profetas fizeram questão e levaram com eles a Eliseu, e o homem de Deus fez flutuar a ferro do machado que caiu na água (2 Rs 6. 1-7).
No texto temos um dos discípulos, já depois de treinado recebendo de Eliseu a missão de ungir a Jeú rei sobre Israel, era uma missão que tinha suas peculiaridades uma vez que o designado para a missão, cremos que não conhecia a Jeú e não podia ungia a pessoas errada e nem tampouco o fazer no meio de todos o seus irmãos, entendemos que o filho do profeta ao chegar em Remote, procurou por casa de Jeú, e ali chegando como era muitos os seus irmão, pediu que Jeú ficasse de pé, conforme a instrução de Eliseu, agora identificado o homem a ser ungido o retirou do meio de seus irmãos levando a um lugar resevado onde só ficou a Jeú e o profeta, este unge  a Jeú derramado sobre ele o seu vaso de azeite conforme a ordem que receba do profeta Eliseu, demonstrando que conhecia o ritual, e que fielmente seguia o treinamento passado pelo homem de Deus.
A escola teológica não faz do homem de Deus um ganhador de almas, ou um pastor cheio do poder de Deus, mas o prepara e trina, para usar com habilidade a ferramenta que pode conduzir o homem ao conhecimento do Deus vivo a palavra de Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 6. 3) EDUCAÇÃO E FUNÇÃO
Terça feira 19/03/2013

“E disse um: Serve-te de ires com os teus servos. E disse: Eu irei.” (2 Rs 6. 3)

As escolas de profetas tiveram inicio de acordo com o relato bíblico nos dias do profeta Samuel, quanto este ainda era juiz e governante sobre Israel, logo o profeta Samuel tinha uma tríplice função entre os filhos de Israel, ele era o Profeta, o Sacerdote, o Juiz, como profeta ele revelava ao povo os oráculos sagrados, como sacerdote era responsável por representar a Deus entre eles, e liderar o culto divino, e como juiz tinha a obrigação de governar e conduzir os destinos políticos do povo de Deus. O oficio de Juiz, foi retirado de Samuel pela escolha de Saul para ser o primeiro rei em Israel, por uma solicitação do povo e concordância divina, o que veio a retirar de sobre Samuel parte da carga que lhes era imposta, no servir a Deus e a seu povo, dentro de sua atividade como profeta ele tinha a incumbência de liderar pelo menos uma escola (congregação) de profetas como encontramos em (1 Sm 19.20), daí entendemos que as escola de profetas já eram uma realidade  no dias de Samuel (1 Sm 10. 5, 10) com a sua função de orientar na formação intelectual e cultural e social daquele que seriam chamados e capacitados por Deus para exercerem o ministério profético.
Estas escolas se consolidam no período da monarquia em Israel, mais precisamente nos dias dos profetas Elias e Eliseu e tinha por função instruir e encorajar os alunos, (discípulos dos profetas), a fim de que eles buscassem uma melhor compreensão da Palavra de Deus, as Escolas de Profetas funcionavam como uma faculdade que formava pessoas e os capacitava dentro de uma perspectiva sócio cultural para o exercício do ministério profético, as escolas de profetas não ensinava as pessoas a profetizarem, assim como as Escolas de Teologia da atualidade não forma pastores, uma vez que tanto o dom profético, e o dom ministerial de pastor, são dádivas divinas dispensadas aos homens, com a intervenção do Espírito Santo como o objetivo de aperfeiçoamento do santos, (os crentes em Cristo Jesus), e edificação do corpo de Cristo, (a igreja do Senhor Jesus), conforme (Ef 4. 10-13).
Após os relatos do Antigo Testamento, podemos observar que a educação pelo ensino da palavra de Deus sempre foi uma constante entre o povo de Israel, vamos encontrar a Jesus sempre rodeado e uma multidão disposta a ouvir e aprender com o Mestre dos mestres, Cristo sempre reunia o seus discípulos, com especialidade os doze apóstolos para lhes ensinar as verdades do evangelho pregado do Jesus, o apóstolo Paulo em seu ministério de plantador de Igrejas entre os gentios tinha como padrão o reunir os crentes em grandes assembleias e ali lhes ministrava a palavra de Deus, só em Éfeso, o apóstolo dos gentios ensinou por dois anos em uma escola, (At 19. 9-11) dado oportunidade a todos os habitantes da Ásia Menor ouvir a palavra de Deus.
Portanto o estudo da palavra de Deus em uma escola estruturada e com um método de ensino elaborado e cientificamente organizado, como é o caso das Escolas de Teologia da atualidade, tem a sua função e papel relevantes com base nas Escrituras Sagradas no crescimento e aperfeiçoamento do povo de Deus para difusão e solidificação do reino de Deus entre os homens. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(2 Rs 6. 1) EDUCAÇÃO E INSTITUIÇÃO
Segunda feira 18/03/2013


“E disseram os filhos dos profetas a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face, nos é estreito.” (2 Rs 6. 1)

Estudaremos nesta semana uma lição sobre as escolas de profetas, instituição de educação a época dos profetas Elias e Elizeu que tinha por finalidade a transmissão dos valores morais e espirituais que Deus havia entregado aos filhos de Israel através de sua palavra, naqueles dias sobre a liderança do profeta Eliseu esta instituição reunia os profetas em comunidade e pela convivência com, e pelo exemplo do homem de Deus observamos o crescimento desta instituição como defensora do ensino sistemático palavra de Deus, com especialidade do Pentateuco a lei de Moisés.
Em 2 Rs 6. 1 observamos o empenho dos estudantes da escola de profetas liderada por Eliseu, em obter uma melhor estrutura física para abrigar as aulas daquela instituição, e nesta preocupação eles sugerem ao profeta a construção de uma casa mais ampla não só para a habitação de Eliseu, mais uma casa ampla onde eles pudessem com mais conforto receber os ensinos ministrado pelo homem de Deus, com esta preocupação os próprios alunos resovem por a mão na massa e desceram a Jordão para ali construir uma nova casa com madeira retirada dos bosques que ladeavam o rio (2 Rs 6. 1-4).
Diante do texto observamos a preocupação de todos os integrantes da escola com a estrutura física da instituição de ensino para atender os alunos e para desenvolvimento de um ensino de qualidade, e o que esperamos que esta lição desperte nos nossos lideres e alunos da nossa EBD, uma vez que entendemos e a realidade não nos deixa mentir, as estruturas físicas de nossa igreja quanto ao atendimento dos nossos alunos para as aulas da EBD em muitos casos são consideradas como precárias, e sem as mínimas condições de oferecer um ensino de qualidade. Necessitamos, pois de investimentos em nossas salas de aulas, em toda a estrutura física de nossa EBD, são salas, carteiras, quadros, WCs, bibliotecas e etc., além de uma formação continuada de nosso corpo docente, com uma preparação pedagógica mínima, porém necessária para colocar os nossos professores em condições de ministram a palavras de Deus, e os nossos alunos possam crescer na graça e no conhecimento dos oráculos santos.
Destacamos ainda que o esforço para a melhoria de nossa escola não depende exclusivamente do esforço e empenho de nossos lideres, mais sim como aconteceu nos dias de Eliseu, do empenho e esforço de todos, pastores, lideres da EBD, professores, e alunos, na busca de soluções criativas para o crescimento e alargamento de nossas estruturas no bom andamento de nossa escola, e na melhoria de nossa qualidade de ensino e na motivação de nossos alunos. Que Deus amplie a cada dia a nossa visão de crescimento do reino de Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(2 Rs 5. 14) A CURA DE NAAMÃ
Sábado 16/03/2013

“Então desceu, e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou-se como a carne de um menino, e ficou purificado.” (2 Rs 5. 14)

A cura de um general sírio, por intervenção do profeta Eliseu, foi fato marcante no ministério do profeta, ora os Sírios naqueles dias eram poderosos e Israel era alvo de constantes ataques do exército sírio, em uma destas investida suma jovem israelita foi presa e levada como escrava e estava a serviço na casa deste general arameu, que a palavra de Deus o descreve como um grande homem, respeitado pelo rei da Síria, a quem o Senhor Deus havia dado muitas vitórias ao exército sírio sob o seu comando, era um general valoroso, porém era acometido de uma enfermidade grave de pele a qual a Bíblia identifica como lepra (2 Rs 5. 1).
A escrava que foi levada a sua casa de Naamã, conhecia o profeta Elizeu e tinha fé em Deus que se o seu senhor estivesse diante do homem de Deus, e se Deus tivesse misericórdia de Naamã, este seria restaurado de sua doença, pelo que Naamã escutando as palavras daquela escrava e vendo a possibilidade de ficar restaurado da lepra, dirigiu-se ao rei da Síria, e pediu-lhe a permissão para deixar a Síria e ir até Samaria, a fim de encontrar o homem de Deus, e poder constatar as palavras da jovem escrava, Pelo que o rei da Síria intervém no caso e agora expediu uma carta ao rei de Israel, e não ao profeta Elizeu com o seguinte teor. “Logo, em chegando a ti esta carta, saibas que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o cures da sua lepra.” (2 Rs 5. 6), no que o rei de Israel lendo a carta do rei da Síria entende aquela carta como uma afronta e mais uma tentativa dos sírios criar caso como o povo de Israel, e assim justificar mais uma investida dos sírios contra Israel (2 Rs 5. 7), Porém Eliseu ouvindo falar sobre Naamã e como o rei de Israel se comportara mediante da carta do rei da Síria, mandou que lhe enviasse o general sírio, e assim este saberia de que haveria um profeta do Deus vivo em Israel.
Vindo, pois Naamã com toda a pomposa comitiva a Eliseu, o profeta lhe manda apenas uma recado: “Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será curada e ficarás purificado.” (2 Rs 5. 10). O recado do homem de Deus indignou o general, pois sequer o profeta o veio receber a porta, e ainda mandou que ele se lavasse nas águas barrentas do Jordão, uma vez que o poderoso Naamã estava acostumado as águas límpidas dos rios Abna e Farpar que banhavam a Damasco capital do império sírio e que ele as considerava melhores que todas as águas de Israel (2 Rs 5. 12), além do que Naamã esperava ser recebido por Eliseu, este cumpriria um ritual de purificação, como qualquer curandeiro e ou mago de sua época, invocaria a Deus e punha a mão sobre a enfermidade e livrava o enfermo de seus males, como nada disto aconteceu o Naamã ficou decepcionado e indignado a ponto de desistir de cumprir o mandado do homem de Deus, o profeta Elizeu. Mas Naamã convencido que foi por um dos seus comandados, resolve descer ao Jordão e após o sétimo mergulho tem a sua pele restaurada, e agora com alegria ele volta ao profeta para lhe presentear por tão grande maravilha realizada em sua vida.
Do relato bíblico podemos tirar algumas conclusões: Primeiro, pela forma com que Elizeu atendeu a Naamã, sem pompa e estardalhaços, mas com simplicidade determinou, sete mergulhos no Jordão e o enfermo será curado, e Deus realizou o milagre. Deus não promove show, nem tampouco opera maravilhas para satisfazer as curiosidades e expectativas humanas.
Segundo, Deus não estar olhando para os nossos rituais, ou nossas praticas religiosas, os nossos rituais e ou comportamentos exteriores, mas Ele se interessa por nossa obediência e fidelidade a sua palavra e fé em sua ação poderosa.
Terceiro, Naamã para receber a purificação de sua pele teve que descer de sua cavalgadura, e banhar-se nas águas do Jordão conforme a palavra do profeta,  logo entendemos que ninguém será restaurado se não descer, isto é humilha-se perante o Todo Poderoso (Tg 4. 6),
Em quarto, o homem de Deus recusou os bens oferecidos por Naamã como recompensa pela benção de Deus, disto entendemos que devemos distribuir de graça o que de graça recebemos. A graça de Deus não aceita pagamento por aquilo que faz. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(2 Rs 4. 36, 37) A RESSUREIÇÃO DO FILHO DA SUNAMITA
Quinta feira 14/03/2013


“Então chamou a Geazi, e disse: Chama esta sunamita. E chamou-a, e veio a ele. E disse ele: Toma o teu filho. E entrou ela, e se prostrou a seus pés, e se inclinou à terra; e tomou o seu filho e saiu.” (2 Rs 4. 36-37)

A ressurreição do filho da sunamita, eis mais um dos milagres de Deus operado por Eliseu, como resposta a uma necessidade daquela mulher que de bom grado hospedará o profeta em sua casa, e até lhe construiu um quarto na parte externa da residência para acomodar o profeta em suas passagens por Suném. Este filho lhe fora dado por Deus, como resposta a uma oração de Eliseu, que vendo a generosidade da sunamita para com o servo do Senhor, e sabedor de que era uma pessoa rica, mas que o Senhor não lhes tinha ainda agraciado com um filho, o profeta orou a Senhor Deus e Ele lhe abriu a madre, e ela concebeu de deu a luz a um menino. Recebendo aquele filho como uma dádiva divina pelo acolhimento e bom tratamento dispensado ao servo de Deus o profeta Eliseu.
Certo dia, entendemos que para provar a fidelidade daquela mulher Deus em sua soberania, tira a vida daquele jovem, o menino foi acometido de uma forte dor de cabeção enquanto estava com o seu pai no campo, este foi levado às pressas a sua mãe que se encontrava em casa, e quando o rapaz chega a casa em poucas horas desfalece nos braços de sua mãe, e entra em óbito, pelo que ela leva o corpo inerte do menino e o põe sobre a cama no quarto do profeta, e apressadamente vai à busca do homem de Deus, entendendo que se havia alguma solução para aquele caso, a mesma só poderia estar junto e pela palavra do homem de Deus.
Ao encontra-se com o profeta Eliseu, e demonstrando toda a amargura que afligia a sua alma se atirou aos pés do homem de Deus, reivindicando que não tinha pedido filho ao profeta, e mesmo depois de saber que receberia esta benção ainda solicitou do profeta a confirmação de tal promessa, e agora não aceitava perder o filho ainda jovem e naquela circunstância, pelo que, Eliseu entendendo que o menino ainda estava com vida se dispõe a enviar a Geazi o seu servo para despertar o garoto, mas a sunamita que sabia da situação, insistiu e exigiu a presença do profeta junto ao garoto em sua casa, pois só assim ele teria a garantia de que, se houvesse alguma coisa a ser feita naquela situação, somente Deus pela intervenção do profeta de Deus a realizaria. Foi nesta condição que Eliseu encontrou o menino, e cremos que por orientação divina o profeta deita-se por duas vezes por sobre o menino até que Deus lhe restitui a vida e o profeta lhe devolve com vida a sua mãe (2 Rs 4. 8-37).
Do relato bíblico entendemos que Deus tem sempre uma benção reservada àqueles que voluntariamente contribuem para a realização do plano divino, mesmo que seja em acomodar um dos pequenos servo de Deus, a sunamita teve um filho por acolher e cuidar do homem de Deus o profeta Eliseu. Aqueles que confiam em Deus não têm porque desesperar mesmo estando diante das mais terríveis dificuldades. Vejam o caso daquela mulher, tinha o seu filho morto, porém ela confiava no Senhor e mesmo sem saber se o menino voltaria a viver (2 Rs 4. 25, 26), angustiada, não se desesperou ou murmurou, antes foi procura o profeta confiante de que ele tinha uma solução conforme a soberania divina para o seu caso. O profeta sabia, aquela sua intervenção seria para a glória de Deus e suprimento da necessidade da sunamita, portanto em nenhum momento o profeta buscou gloria para si, e até valorizou a participação do seu servo Geazi a ponto de o enviar na frente com o seu bordão, afim de solucionar o caso sem a intervenção do profeta, Eliseu visava sempre a glorificar e honrar o Deus de Israel. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 6. 6) O MACHADO FLUTUANTE
Quarta feira 12/03/2013

“E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro.” (2 Rs 6. 6)

Eliseu pela descrição sagrada habitava com alguns profetas e suas famílias, ou pelo menos a sua casa era bem frequentada por outros profetas adoradores do Deus Altíssimo e por seus filhos, vejamos a descrição do autor no capitulo quatro: “E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu;” (2 Rs 4. 1), uma referencia que denota a proximidade de Eliseu com um grupo de outros profeta, temos ainda neste mesmo capitulo a seguinte expressão: “E, voltando Eliseu a Gilgal, havia fome naquela terra, e os filhos dos profetas estavam assentados na sua presença; e disse ao seu servo: Põe a panela grande ao lume, e faze um caldo de ervas para os filhos dos profetas.” (2 Rs 4. 38), neste texto temos os filhos dos profetas sentados a mesa com Eliseu o servo do profeta providenciando um caldo para lhes saciar a fome, porquanto podemos afirmar que o profeta Eliseu era um homem dedicado ao seu povo, e que a sua casa em Gilgal estava sempre repleta de pessoas que desfrutavam do convívio do homem de Deus e aprendia com ele o conhecer os desígnios do Senhor Deus.
No entanto a casa em que habitavam era estreita e já não comportava as costumeiras reuniões de profetas e seus filhos com o profeta Eliseu, pelo que, por sugestão deles, os filhos dos profetas, decidiram ir até o Jordão, e das arvores que ladeavam as margens do rio tomarem vigas e assim construírem uma casa maior para abrigar o profeta e os filhos dos profetas, ora cremos que naqueles dias eram dias de cheia no Jordão e as águas haviam tomado conta daqueles bosques, pelo que Eliseu concordando com o projeto foi com eles ao Jordão, e ali ao derrubarem aquelas arvores um dos machados cauí na água. E agora como encontrar aquela ferramenta? Ora o machado com que o moço que cortava, havia sido tomado emprestado. Os artefatos de ferro naqueles dias tinha um valor elevado, portanto o moço e o profeta não tinham como restituir a ferramenta ao seu proprietário, a menos que houvesse uma intervenção sobrenatural e que fizesse o moço resgatar o machado do fundo das águas. Mas como fazer flutuar o machado?
Foi então que o moço recorre ao homem de Deus, e este conforme a orientação divina procura saber o local onde o moço extraviou o machado, corta um pau e o coloca ali no local onde caiu a ferramenta e pelo poder de Deus o machado flutua (2 Rs 6. 1-7), e o moço recolhe a ferramenta para devolução ao seu legítimo proprietário.
Pela descrição, entendemos que sempre devemos elaborar os nossos projetos dento da orientação divina, seguindo os conselhos daqueles a quem Deus confiou à liderança, e mesmo que tenhamos que tomar uma ferramenta emprestada, sejamos sabedores de que o Senhor Deus é maior de que qualquer de nossas dificuldades ou demandas. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 7. 1) ABUNDANCIA DE VÍVERES
Terça feira 12/03/2013

“Então disse Eliseu: Ouvi a palavra do SENHOR; assim diz o SENHOR: Amanhã, quase a este tempo, haverá uma medida de farinha por um siclo, e duas medidas de cevada por um siclo, à porta de Samaria.” (2 Rs 7. 1)

Governava a Israel nos dias do profeta Eliseu, Jorão um dos filhos de Acabe e este, em seu reinado procedeu iniquamente diante do Senhor, não como o seu pai o rei Acabe, mas seguindo os caminhos de Jeroboão (2 Rs 3. 1-3), pelo que o Senhor Deus suscitou o rei da Síria Ben-Hadade II para pelejar contra Israel, e desestabilizar o governo de Jorão, então o rei da Síria promoveu um cerco a Samaria capital do Reino Norte, Israel, cerco este que fez os filhos de Israel padecer grande fome a ponto de se vender em Samaria uma cabeça de jumento por oitenta peças de prata, isto equivale a aproximadamente 1,2kg de prata, que custa hoje no mercado de metais preciosos cerca de R$ 1.073,53, os habitantes de Samaria se alimentarem de esterco de bombos e  negociarem os próprio filhos para serem abatidos e servido como alimentação para não morrerem de fome, portanto era uma situação de calamidade, pelo que o rei de Israel vendo todo aquele flagelo, imputou a culpa ao homem de Deus Eliseu e o buscava para mata-lo, vejamos pois as palavras do rei Jorão quando buscava a Eliseu: “Assim me faça Deus, e outro tanto, se a cabeça de Eliseu, filho de Safate, hoje ficar sobre ele.” (2 Rs 6. 31)
Responsabilizado pela tragédia que se abatia sobre os habitantes de Samaria e procurado pelo rei Jorão, o profeta de Deus permanecia em sua casa e com uma fé inabalável no Senhor Deus, não se abateu ou mesmo se desesperou, mas diante dos mensageiros e capitães do rei lhes proferiu uma profecia dizendo: “Ouvi a palavra do SENHOR; assim diz o SENHOR: Amanhã, quase a este tempo, haverá uma medida de farinha por um siclo, e duas medidas de cevada por um siclo, à porta de Samaria.” (2 Rs 7. 1), era o Deus de Israel, falado pelo profeta o fim daquela calamidade, com tantos os víveres que o capitão do rei, não creu e ainda ridicularizou as palavra do profeta, dizendo:“Eis que ainda que o SENHOR fizesse janelas no céu, poder-se-ia fazer isso?” (2 Rs 7. 2), mas o Senhor que tem compromisso com a sua palavra, assombrou as tropas sírias que cercavam Samaria, estas abandonaram seus acampamentos possuídos por tamanho pavor, que deixaram para traz as tendas, os carros os cavalos, e todo o mantimento que abastecia o forte exercito sírio naquela guerra, pelo que os habitantes de Samaria entraram no acampamento sírio sem nenhuma resistência tomaram para si todos aqueles mantimentos e ao outro dia conforme a palavra de Deus pelo profeta Eliseu uma medida de farinha era vendida a porta de Samaria por um siclo de prata, e duas mediada de cevada também pala mesma quantia.
Deus ainda é o mesmo em nossos dias, Ele ainda realiza grandes feitos, inexplicáveis e sobrenaturais, para dar vitoria e suprir as necessidades dos seus servos, e para glória do seu excelso nome, portanto nos os seus servos, e ministros dos seus favores aos homens, devemos manter a nossa fidelidade e firmeza em suas palavras. Sabedores de que o Senhor estar sempre a ouvir os seus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(2 Rs 4. 43) A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES
Segunda feira 11/03/2013


“Porém seu servo disse: Como hei de pôr isto diante de cem homens? E disse ele: Dá ao povo, para que coma; porque assim diz o SENHOR: Comerão, e sobejará.” (2 Reis 4. 43)

Estudaremos nesta semana uma lição sobre os milagres realizados por Deus através do homem de Deus, o profeta Eliseu, este camponês que fora escolhido pelo Senhor ainda durante o ministério do profeta Elias (1 Rs 19. 16-21), que era homem fiel ao Senhor, e que sem duvida alguma fora contado entre os sete mil homens que não haviam dobrado os seus joelhos diante de Baal nem adorado os deuses de Jezabel nos dias do profeta Elias (1 Rs 19. 18), profeta poderoso em obras e que através dele o Senhor Deus fez grandes feitos mostrando-nos os propósitos divino na vida de seu povo, Israel.
No texto em pauta, temos a provisão divina, para prover a alimentação de cem dos discípulos dos profetas, Eram vinte pães de cevada, e dentro da ótica humana não haveria como alimentar um contingente de cem homens com tão pouco, a ponto do servo do profeta argui-lo: “Como hei de pôr isto diante de cem homens?” era uma situação vexatória para o servo, cremos que ele era o encarregado de colocar a provisão sobre a mesa do profeta, logo ele entedia que aquela porção era insuficiente para alimentar todos aqueles homens, e que não adiantava coloca-la diante deles, pois além de não supri as necessidades, iria causar um mal estar entre eles. Pelo que o profeta ouvindo as ponderações de seu servo, lhe ordena mediante a palavra do Senhor Deus: “Dá ao povo, para que coma; porque assim diz o SENHOR: Comerão, e sobejará.”, no que o servo obedecendo às palavras do profeta distribuir a porção pelos cem homens, e estes e se alimentaram e se fartaram, e ainda sobejaram pães conforme a palavra do homem de Deus.
A palavra de Deus ainda registra dois casos de multiplicação de pães, estes no Novo Testamento durante o ministério de Jesus. São caso em que com poucos pães o Senhor Jesus alimentou multidões famintas e estas se fartaram e ainda sobejou alimento que foram recolhidos para que não houvesse desperdícios, logo entendemos que o Senhor Deus sempre procura dar uma resposta para o atendimento das necessidades humanas, não deixando que os seus servos sofram alem de sua capacidade suportável, e mostrando que aquilo que para o homem é muito pouco para atender a uma necessidade, na mão do Senhor Deus é o suficiente para a operação milagrosa de Deus no atendimento dos seus servos em suas carências. A paz do Senhor a todos. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(At 3. 8) A GLÓRIA MANIFESTADA
Sábado 09/03/2013

“E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus.” (At 3. 8)

Os milagres são feitos extraordinários realizado por Deus em resposta as necessidades humanas, através de servos seus como o objetivo de magníficar e glorificar o nome do Senhor Deus, o realizador do milagre, e qualquer tentativa por parte do homem em buscar através dos feitos realizados por Deus a glória para si, será uma tentativa de apropriação indébita e que resultará em grandes prejuízos (2 Rs 5. 20-27) para os que assim si portarem.
Nas Escrituras Sagradas vamos encontrar vários milagres realizados por intervenção dos profetas no Antigo Testamento, e dos Apóstolos no Novo Testamento, estes feitos miraculosos teve ênfase na libertação do povo hebreu do cativeiro egípcio, foram realizações tais como, Deus fala a Moisés no meio de uma sarça que ardia em fogo, porém o fogo não a consumia (Êx 3. 1-8). A vara de Arão que se tornou em serpente nas vistas do Faraó (Êx 7. 10-12). As pragas, as águas do Nilo que se tornaram em sangue (Êx 7. 14-25), rãs que se espalharam por toda a terra do Egito(Êx 8. 1-15), Piolhos que infetaram toda a terra (Êx 8. 16-19), Exames de moscas que cobriram toda a terra do Egito (Êx 8. 20-32), os rebanhos dos egípcios foram atingidos por uma peste (Êx 9. 1-7), os egípcios foram infectados por úlceras (Êx 9. 8-12), chuva de pedras que destruiu os campos dos egípcios, porém os campos dos filhos de Israel em Gósem não sofreram dano algum (Êx 9. 13-35), Gafanhotos em bandos infestaram a terra do Egito (Êx 10. 1-20), A escuridão que cobriu toda a terra do Egito e só havia luz entre os israelitas (Êx 10. 21-29) e for fim a morte de todos os primogênitos entre os egípcio (Êx 12. 29-30), em todas estas manifestações, o objetivo era beneficiar o povo de Deus, que sofriam escravizados e libertado-los do cativeiro no Egito, e mostrar o poder e a glória do Deus de Israel ao Faraó e ao povo egípcio, em momento algum encontramos a Moisés ou Arão buscando a gloria própria, mas sempre exaltando a Deus e buscando a liberação do povo hebreu dos domínios do Egito.
No milagre em tela temos um paralitico que jazia a porta do Templo de Jerusalém e que ali esmolava, e os apóstolos Pedro e João subiam a oração e aquele homem lhes solicitou uma esmola, porém os apóstolos não tendo nenhuma moeda a oferecer àquele paralitico, e vendo a sua condição de sofrimento resolve para a glória de Deus oferecer-lhe algo que os apóstolos possuíam que era o poder de Deus na vida, e tomado àquele que jazia a porta pela mão o levantou com estas palavras: “Em nome de Jesus Cristo, o nazareno, anda!” (At 3. 6) e o homem antes paralitico agora curado, saltava e entrou no templo, não glorificando a Pedro e João, mais sim a Deus o autor do milagre e merecedor de toda honra e glória. Os frequentadores do templo vendo então o feito milagroso realizado diante deles através dos apóstolos, logo se achegaram a Pedro e João entendendo que aquele milagre era fruto do poder e da piedade dos apóstolos, no que foram reprendidos, e Pedro e João aproveitou a oportunidade de lhes pregar o evangelho e apresentar aquele que tem o poder de realizar os milagres (At  3. 11-16),  qual foi o resultado desta operação para os dois apóstolos? Foram presos e levados a um tribunal perante o Sinédrio. Era Deus abrindo mais uma oportunidade para que os magistrados ouvissem a verdade do Evangelho de Cristo.
Deus ainda é o mesmo Deus, opera ainda hoje grandes feitos no meio de seu povo, para atender os homens em suas necessidades, e porque não encontramos tantos milagres na igreja da atualidade, se as necessidades dos homens a cada dia são maiores? A causa primeira é a falta de fé entre os homens, e este era um problema já detectado nos dias do Novo Testamento, outra causa que entendemos como entrave para uma maior fluência na operação de maravilhas em nossos dias é a busca desenfreada do homem de glória para si, alguns tem buscado nos milagres o marketing para os seus ministérios, o para a sua Igreja ou denominação, muitas vezes sem levar em conta a real necessidade do homem, e o propósito de Deus para sua vida, são os vendedores de milagres, e porque não dizer mercadores da fé, lugares em que na verdade há operação de sinais, porém não podemos afirmar que em tais movimento exista a manifestação do poder miraculoso do Espírito de Deus, até porque esta visa a glorificação do Eterno Deus, e não a glória do homem. Amém!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(Mc 1. 40-42) O SOFRIMENTO HUMANO
Sexta feira 07/03/2013


“E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo. E, tendo ele dito isto, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.” (Mc 1. 40-42)

O sofrimento pelo qual passava um leproso na época em que Jesus esteve pregando na Judeia era algo desumano uma vez que as pessoas acometidas de tal enfermidade, que naqueles dias era incurável e um mal de fácil transmissão e contaminação de outras pessoas, eram execradas do convívio social e familiar (Lv 14. 44-46), passando a viver só e fora dos muros das cidades.
Já na lei de Moisés, Deus querendo o bem estar da comunidade e a preservação de boa saúde dos filhos de Israel, define nos capítulos 13 e 14 de Levítico leis acerca desta doença, que neste caso não estava restrita apenas a hanseníase, mas também toda espécie de doenças de pele, desde que houvesse qualquer erupção ou escamação na pele do paciente, este era submetido a uma avaliação por parte do sacerdote, que mediante o estado em que se apresentasse a pele do indivíduo, o sacerdote o declarava imundo, ou o punha de quarentena por sete dias, e depois por mais sete, até que ele pudesse fazer um diagnostico mais preciso e indicar se a pessoa estava de fato acometida de lepra, que neste caso seria declarado imundo, passado a viver afastado do convívio social, e caso contrario será declarado limpo. E seguindo este processo até coisas inanimadas tais como: roupas e casas poderiam ser diagnosticadas com lepra. Este era o tratamento dado a tais doentes na época de Jesus, e que se perpetuou ao longo da historia da humanidade, vindo a apresentar vestígios de tais segregações até a bem pouco tempo atrás e até nas civilizações do mundo ocidental.
Então entendendo que a benção de Deus sempre se estende sobre as necessidades humanas, foi assim com aquela viúva que estava para perder os seus filhos nos dias do profeta Elizeu, e que teve um pouco de azeite que possuía em uma botija, multiplicado, a ponto de poder pagar a sua dívida e viver como o excedente daquele milagre. Já para este leproso, ele conhecia o poder regenerador de Cristo Jesus em lhe restaurar a saúde e liberta-lo do sofrimento e constrangimento pelo qual passava, tanto o é que ao encontrar com o Mestre, o leproso faz a seguinte afirmação: “Se queres, bem podes limpar-me.” (Mc 1. 40) Pelo que o Senhor entendeu a sua necessidade e movido de íntima compaixão, estende a mão e repreende a enfermidade daquele homem, que agora de posse de tão grande benção não pode esconder a sua alegria e bem estar, e mesmo sobre a recomendação de Jesus que não divulgasse o milagre, o homem passa a falar de Cristo e do milagre que lhe acontecerá, e Jesus agora passa a não mais pregar em locais públicos das cidades naqueles dias, mas permanecia fora delas em lugares desertos, porem as multidões o procurava e vinha de todas as parte para ouvi-lo e ver os milagre operados por Ele.
Deus tem compromisso em atender o ser humano em suas necessidades especialmente quanto à salvação de sua alma, portanto deu o seu filho Jesus para restauração de todo aquele que crer. Amem!!


Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(Mt 17. 3) O MESSIAS E A TIPOLOGIA
Segunda feira 25/02/2013


“E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.” (Mt 17.  3)


O evento da transfiguração teve como testemunhas a Pedro, Tiago e João, este eram discípulos mui chegados a Cristo, foram eles os convidados a presenciar a ressurreição da filha de Jairo (Mc 5. 37), e também foram chamado a estar como Jesus no Getsêmani (Mc 14. 33), este eram lideres entre os discípulos e por eles Deus testemunha mais uma vez a divindade de Cristo( Mt 17. 5).

Quando da transfiguração o texto bíblico apresenta além de Jesus Cristo, a Moisés e Elias, em mais um exemplo de tipologia no texto sagrado, para este caso temos Moises prefigurando da lei, Moisés que podemos destacar como um tipo de Cristo libertou o povo hebreu do julgo egípcio, e recebeu de Deus a lei que apresentava as regras peles quais os filhos de Israel poderiam ser salvos, assim como também as punições para todas as transgressões cometidas contra a lei, se transformando assim no mais respeitado líder do povo hebreu até os dias de hoje, portanto na transfiguração estava ali o libertador do povo hebreu do cativeiro egípcio, e também a Jesus o libertador de todos os homens inclusive dos hebreus.
O outro personagem é Elias, que neste evento prefigura os profetas, que ao longo da história dos hebreus foi um personagem sempre presente, como uma atalaia, um porta-voz de Deus entre os homens, e estes seriam os únicos capazes, e separados pelo Senhor para fazer conhecidos através da palavra falada os desígnios de Deus, logo também os profetas são tipos de Cristo, uma vez que Jesus o Filho de Deus veio a este mundo, trazendo a revelação divina para a salvação eterna dos homens.
No final deste texto em (Mt 17. 5) vamos encontrar uma afirmação do próprio Deus e atestada pelos os lideres da igreja primitiva Pedro,Tiago e João, presente aquele sublime momento em que Ele ratifica a  divindade de Jesus Cristo, e aquele homens embora já reconhecesse a Cristo como o Salvador, eles ainda não o conheciam e sua glória plena, logo a transfiguração é uma representação do Reino de Deus em poder no meio daqueles discípulos. Portanto a transfiguração revela que Moises tem seu tipo revelado em Jesus Cristo e que toda a lei representada por Moises e os profetas, representado por Elias apontava a Cristo o redentor de toda a humanidade. Amém!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 2. 15) OS RESULTADOS DA CHAMADA
SÁBADO 23/03/2013

“Vendo-o, pois, os filhos dos profetas que estavam defronte em Jericó, disseram: O espírito de Elias repousa sobre Eliseu. E vieram-lhe ao encontro, e se prostraram diante dele em terra.” (2 Rs 2. 15)

A chamada divina na vida de um homem de Deus, para um ministério especifico é algo sublime uma vez que este estar sendo indicado por Deus, e será capacitado pelo Espírito Santo para ministrar os mistérios de Deus aos homens, a partir desta chamada o homem será investido da unção de Deus para realizar a vontade divina, não importando aquilo que lhe possa fazer os homens (Ef 4. 11, 12). Portanto o compromisso do escolhido de Deus é com Deus e com a sua obra.
Na lição da EBD estamos estudando temos dois bons exemplos de homens que receberam de Deus uma chamada para o ministério profético, Elias e Eliseu, e que estas chamadas produziram grandes impactos na obra de Deus em seus dias, como também deixou um legado de fé e poder para a igreja da atualidade. Elias foi chamado por Deus em um período conturbado para filhos de Israel em relação à adoração a Deus, pois sendo governados pelo rei Acabe, este instituirá a adoração a Baal como prática religiosa dentro de Israel naqueles dias, inclusive dando suporte financeiro aos profetas deste culto e os mantendo logisticamente dentro do palácio real, e em função disto o povo de Deus estava a ponto de perder a sua identidade como povo de Deus, pelo que o Senhor chama a Elias, este se levanta com grande autoridade, realizando grandes feitos em nome do Senhor o Deus que lhe chamará, resistindo a Acabe e sua esposa mostrando para todo o povo qual Deus era merecedor de toda adoração e louvor, como resultado deste ministério temos a destruição de uma única vez de oitocentos e cinquenta profetas de Baal e Aserá (1 Rs 18. 20-40), e a conservação do povo de Israel, como povo de Deus e adoradores do Deus vivo.
Quando este profeta sai de cena, Deus chama para dar continuidade ao seu ministério, o profeta Elizeu (1 Rs 19. 16, 19-21), profeta não menos poderoso em obras que o profeta Elias o seu antecessor, e que receberá deste um grande legado, tornado-se um gigante na fé pelo seu exemplo de fé e desvelo no servi a Deus e a seu povo. Elizeu ao ser chamado para o ministério passa servir ao Senhor ao lado de Elias, e o seguia, sendo treinado por Deus para dar continuidade aquela obra, e quando descobriu que Deus estava para trasladar a Elias, este decidiu não largar o profeta até vê-lo ser tomado por Deus, e  vendo Elias a persistência e perseverança de Elizeu disse-lhe: “Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti.” (2 Rs 2. 9), pelo que Elizeu em uma resposta sabia e firme pede: “Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.”  (2 Rs 2:9) em uma prova de desprendimento da coisas materiais e total entrega ao serviço e a obra do Senhor. O resultado da chamada de Deus na vida deste homem foi uma trajetória de milagres, fé e dedicação no servi a Deus e ao próximo, sem abandonar a defesa da fé em Deus e dos princípios inegociáveis da palavra de Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(2 Rs 3. 13, 14) OS INIMIGOS DA CHAMADA
Sexta feira 22/03/2013


“Mas Eliseu disse ao rei de Israel: Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe. Porém o rei de Israel lhe disse: Não, porque o SENHOR chamou a estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas. E disse Eliseu: Vive o SENHOR dos Exércitos, em cuja presença estou, que se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não olharia para ti nem te veria.” (2 Rs 3. 13-14)

Os profetas do Antigo Testamento sempre estiveram poderosos por inimigos, o profeta Elias, antecessor de Elizeu teve o casal real Acabe e Jezabel seguidores de Baal e Asera como inimigos, a ponto de Acabe caçar a Elias por todo o reino de Israel e nações vizinhas (1 Rs 18. 9-13), e ainda o tratar por perturbador de Israel (1 Rs 18. 17), com o termino do ministério profético de Elias e o reinado de Acabe, entra em cena o profeta Elizeu que como Elias vai enfrentar também uma ferrenha oposição do rei Jorão de Israel, que seguindo o exemplo de seu pai Acabe, continua fazendo o que era mau aos olhos do Senhor Deus, embora tivesse suprimido a adoração a Baal, ele continuou a incitar a adoração a outros ídolos como fez Jeroboão em seus dias (2 Rs 3. 2, 3; 1 Rs 12. 25-33).
No texto temos uma confederação de três reis para uma guerra contra o rei dos moabitas, eram eles, Jorão rei de Israel, Josafá rei de Judá, e o rei de Edom, que partindo pelo caminho do deserto de Edom, não encontraram água para dar de beber aos seus guerreiros e seus animais, entendendo eles que o Senhor Deus estava contra eles naquela jornada, e só haveria uma saída para se saber de que lado estava o Senhor se a favor o contra eles, era consultar o Senhor através do profeta de Deus, logo foi apontado a Elizeu o profeta sucessor de Elias, pelo que os reis se dispõem em consultar o profeta, e quando chegaram diante do homem de Deus, este reconhecendo a Jorão e seus pecados, o reprova diante do Josafá e do rei de Edom indicando que só estava recebendo a Jorão, porque o mesmo estava acompanhado de Josafá, uma vez que cometendo Jorão abominações ao Senhor Deus e fazendo pecar o povo de Deus tornara-se inimigo de Deus, por conseguinte inimigo do profeta de Deus (2 Rs 3. 4-14).
Aqueles que se dispõe a fazer a obra de Deus dentro da direção do Senhor e unção do Espírito Santo, logo sofrerão oposição, foi assim como Elias, Elizeu, Daniel, e o próprio Jesus em seu ministério terreno, mais estas lutas e muitas vezes perseguição servirão para moldar o caráter do cristão e prepara-lo para o exercício do chamado divino. Que o Senhor Deus continue nos dando graça e força para suportamos os embates desta vida, sendo fiel ao Senhor Deus, e valorizando a cada dia a camada divina em nossa vida. A paz do Senhor. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.




(2 Rs 2. 14) A AUTORIDADE DA CHAMADA
Quinta feira 21/03/2013


“E tomou a capa de Elias, que dele caíra, e feriu as águas, e disse: Onde está o SENHOR Deus de Elias? Quando feriu as águas elas se dividiram de um ao outro lado; e Eliseu passou.” (2 Rs 2. 14)

Elias em seu encontro com Elizeu, quando este foi chamado para integrar o ministério de Elias como servo do profeta, e que Deus já o havia escolhido como sucessor do homem de Deus, um dos gestos do profeta Elias foi passar a sua capa sobre Elizeu (1 Rs 19. 19). Na cultura bíblica, afirmou o comentarista da lição, o manto, ou a capa é símbolo da autoridade profética (1 Rs 1. 8 cf. Zc 13. 4), o lançar a capa sobre Elizeu, demonstrava a transferência de autoridade, e a partir de então Elizeu estava capacitado e investido na condição de sucessor de Elias, portanto credenciado ao exercício do oficio de profeta.
Porem o titular Elias inda não havia totalmente deixado as suas funções, então Elizeu nos dar uma lição de humildade, sendo o servo do profeta até que ele seja trasladado (2 Rs 2. 1, 2). Aquele período serviu de aprendizado para Elizeu, que teve no seu antecessor um exemplo a ser seguido. Elizeu esteve com Elias até o ultimo momento antes deste se levado para o céu em um redemoinho, não sem antes contemplar os últimos milagres realizados pelo profeta, como atravessar o Jordão depois de Elias ter separado as águas com sua capa, e o próprio Elizeu pediu ao profeta, uma porção dobrada do espírito de Elias o que entendemos que lhe foi dispensada por Deus, e como símbolo da passagem desta virtude Elizeu recebe o manto de Elias, ao ser este tomado por Deus, para não mais ser visto pelos homens (2 Rs 2 3-13). Elizeu foi para Elias um servo fiel e constante, mostrando assim que estava disposto a seguir e aprender a fim de receber poder para exercer o ministério para o qual Deus o havia chamado.
Tão logo Elias foi levado aos céus na presença de seu servo Elizeu, este recebeu do homem de Deus, o manto o qual Elias deixará cair, deixado para Elizeu um legado de autoridade e poder, a ponto de Elizeu se encontrar novamente diante do Rio Jordão e agora sem o seu senhor Elias, necessitando atravessa-lo, utiliza àquela capa e evoca o Deus de Elias, e as águas do Jordão se abrem para o profeta Elizeu, o homem de Deus, passar. Pouco o nada adianta o ministério sem a devida unção de Deus para o seu exercício, e entendemos que não é o cargo de determina a unção, mas sim a unção divina que define e da legitimidade ao ministério. O profeta Elizeu na verdade recebeu de Deus autoridade para exercer o oficio profético, e o seu ministério foi pontuado por grande e muitos milagres e maravilhas operados por Deus através deste que foi ungido homem de Deus, confirmando assim toda a autoridade divina de sua chamada. O que observamos hoje em nossas Igrejas são muitas titulações e pouca unção de Deus na vida dos titulados.  A paz do Senhor a todos. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.




(1 Rs 19. 21) O CUSTO DA CHAMADA
Quarta feira 20/03/2013

“Então deixou ele os bois, e correu após Elias; e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe, e então te seguirei. E ele lhe disse: Vai, e volta; pois, que te fiz eu?” (1 Rs 19. 20).

Quando Deus chama uma pessoa especificamente para uma missão, e que esta se dispõe a obedecer à voz do seu Senhor, ela sempre tem um preço a sem pago (Mt 16. 24; Lc 9. 23), foi assim com todos os patriarcas e profetas na antiga aliança, e aconteceu também como os discípulos e apóstolos, e até com o Senhor Jesus ao deixar a sua glória (Fp 2. 5-8) para vir a este mundo dar a sua vida em resgate dos perdidos.
Para o profeta Elizeu não foi diferente, quando o profeta Elias o encontrou, este estava no campo trabalhando, arando a terra como suas juntas de bois (1 Rs 19. 19-21), o profeta recebe a chamada, e logo reconhece que não poderia acumular as duas funções a de lavrador de terras e profeta de Deus, então ele pede uma permissão ao homem de Deus, para que  se despedisse de seus pais, e logo após seguiria o profeta Elias, dado a permissão, o Elizeu também descobre que seus artefatos da roça não lhe tinha mais serventia, e em um desprendimento total para servir a Deus e a comunidade de Israel, mata os bois do cultivador, quebra os instrumentos de trabalho com eles faz um fogo e prepara os bois e comida e distribui com o povo, e agora renunciado a sua casa, o os seus negócios no campo entrega-se para o servir primeiramente a Elias, e por conseguinte servir a Deus. Observando o ministério deste profeta entendemos que os grandes homens de Deus foram aquele que aprenderam a servir, não somente a Deus mais também ao próximo.
Devemos observar que o Elizeu não abandonou o trabalho na lavora ante da certeza de sua chamada, nem tampouco o trabalho árduo no lidar com bois e arado o impediu de ser escolhido por Deus para tão nobre missão, o Senhor Deus não conta como os desocupados, disto aprendemos que os que almejam serem escolhido por Deus para sua obra devem continuar em suas atividades laborais cotidianas, ou mesmo estudado e se preparando para que quando vier à chamada de Deus o homem esteja pronto para a obra do Senhor, e se a chamada de Deus não vier, e oficio na obra de Deus ficar apenas no anelo do coração da pessoa, ele esteja pronto para ser um cidadão, arcando com seus compromissos sociais e familiares, servindo ao Senhor na sua igreja local sem prejuízo a obra de Deus. Outra lição que tiramos da vida de Elizeu e seu desprendimento dos bens materiais, pois em uma ação continuada ele se desfez dos bois dos aparatos de cultivar a terra, e até do convívio familiar para servi ao Senhor, e quanto que nos dias atuais encontramos pessoas que, mesmo se dizendo servos de Deus, e seguidores de Cristo têm atrelado o seu viver aos bem desta vida, como se o evangelho de Cristo um amuleto para o enriquecimento e para uma vida de luxuria, mais a vida de Eliseu e dos demais servos de Deus nos aponta na direção oposta, não cremos no Evangelho da prosperidade e da confissão positiva, pois o Senhor Jesus nos falou. No mundo tereis aflições. E estar foi à marca na vida daqueles que com fidelidade serviram ao Senhor Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.





(1 Rs 19. 20) A EXCLUSIVIDADE DA CHAMADA
Terça feira 19/03/2013

“Então deixou ele os bois, e correu após Elias; e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe, e então te seguirei. E ele lhe disse: Vai, e volta; pois, que te fiz eu?” (1 Rs 19. 20)

Na lição desta semana na EBD, estamos estudando o peridou de transição do ministério de Elias para o seu sucessor Elizeu, dando ênfase ao legado deixado por Elias ao seu discípulo Elizeu, portanto vamos aprender nesta lição que Elias sendo um dos mais bem sucedidos biblicamente em seu ministério profético, que primava pela observância irrestrita das orientações de Deus, e que serviu a seu Deus com integridade, legitimidade e fidelidade como poucos. Um dia também chegou o momento de encerrar a sua jornada, e sendo assim Deus também lhe orienta a preparar um sucessor, e mais uma vez seguindo a direção divina escolhe a Elizeu, um jovem trabalhador do campo que recebe de Elias o legado para dar continuidade ao seu ministério profético.
Quem era Elizeu? Podemos descrevê-lo como um camponês trabalhador a quem o próprio Deus escolheu para ser o sucessor de Elias, Vejamos a citação do nosso comentarista na lição 2 deste trimestre. “Elizeu [...] Seu ministério profético cobriu toda a ultima metade do século IX a. C., atravessando os reinado de Jorão, Jeú, Jeoacaz, e Joás, do reino Norte. Sua influencia estendia-se desde uma viúva endividada (2 Rs 4. 1) até um homem rico e proeminente (2 Rs 4. 8) e mesmo até dentro do próprio palácio de Israel (2 Rs 5. 18; 6. 9, 12, 21, 22; 6. 32 - 7. 2; 8. 4; 13. 14-19). Além disto, outros reis (Josafá de Judá, (2 Rs 3. 11-19), Bem-Hadade da Síria, (2 Rs 8. 7-9)) e autos funcionários do exército sírio (2 Rs 5. 1, 9-19)procuravam sua ajuda.
Diferentemente de Elias que tinha uma tendência a ascetismo e a se afastar dos olhos do público, Elizeu viveu próximo ás pessoas que servia, e gostava da vida social. Tinha uma casa em Samaria, a capital (2 Rs 6. 32), mas viajava constantemente pelo país tal como Samuel havia feito antes dele. Frequentemente parava para visitar seus amigos em Suném. Exatamente como Jesus fez, mais tarde, e muitas vezes com Maria e Marta. Elizeu chorou quando falou com Hazael, pois conhecia muito bem o cruel sofrimento que esse causaria a Israel (2 Rs 8. 11, 12). [...] É evidente que muitos aspectos da pessoa e da obra de Eliseu são capazes de reproduzir em muitos aspectos o caráter e ministério de nosso Senhor” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 633).
O texto em tela mostra-nos um pouco da vocação e detalhes da chamada de Elizeu, uma chamada exclusiva com a finalidade de dar continuidade a trabalho iniciado por Elias, Elizeu era um homem fiel a Deus, entendemos que ele estava incluso dentro dos sete mil que ainda não havia se dobrado a Baal (1 Rs 19. 18), além disto era uma homem dedicado a trabalho árduo de cultivar a terra, quando Elias o encontrou ele estava trabalhando no campo com suas doze juntas de bois, e portanto era homem experimentado no trabalho, acostumado a passa por intempéries na vida, e conhecedor dos perigos e agruras do  lidar com o campo, foi convocado por Elias, se desfez dos seus bois e instrumentos de trabalho, deixou os seus parentes em patente renúncia, aos bens materiais desta vida para servir a Deus e a seus compatriotas, em uma chamada divina, para ser um porta voz do Senhor Deus como assim foi o seu antecessor Elias. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.  







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