sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

(2 Rs 3. 13, 14) OS INIMIGOS DA CHAMADA




“Mas Eliseu disse ao rei de Israel: Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe. Porém o rei de Israel lhe disse: Não, porque o SENHOR chamou a estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas. E disse Eliseu: Vive o SENHOR dos Exércitos, em cuja presença estou, que se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não olharia para ti nem te veria.” (2 Rs 3. 13-14)

Os profetas do Antigo Testamento sempre estiveram poderosos por inimigos, o profeta Elias, antecessor de Elizeu teve o casal real Acabe e Jezabel seguidores de Baal e Asera como inimigos, a ponto de Acabe caçar a Elias por todo o reino de Israel e nações vizinhas (1 Rs 18. 9-13), e ainda o tratar por perturbador de Israel (1 Rs 18. 17), com o termino do ministério profético de Elias e o reinado de Acabe, entra em cena o profeta Elizeu que como Elias vai enfrentar também uma ferrenha oposição do rei Jorão de Israel, que seguindo o exemplo de seu pai Acabe, continua fazendo o que era mau aos olhos do Senhor Deus, embora tivesse suprimido a adoração a Baal, ele continuou a incitar a adoração a outros ídolos como fez Jeroboão em seus dias (2 Rs 3. 2, 3; 1 Rs 12. 25-33).
No texto temos uma confederação de três reis para uma guerra contra o rei dos moabitas, eram eles, Jorão rei de Israel, Josafá rei de Judá, e o rei de Edom, que partindo pelo caminho do deserto de Edom, não encontraram água para dar de beber aos seus guerreiros e seus animais, entendendo eles que o Senhor Deus estava contra eles naquela jornada, e só haveria uma saída para se saber de que lado estava o Senhor se a favor o contra eles, era consultar o Senhor através do profeta de Deus, logo foi apontado a Elizeu o profeta sucessor de Elias, pelo que os reis se dispõem em consultar o profeta, e quando chegaram diante do homem de Deus, este reconhecendo a Jorão e seus pecados, o reprova diante do Josafá e do rei de Edom indicando que só estava recebendo a Jorão, porque o mesmo estava acompanhado de Josafá, uma vez que cometendo Jorão abominações ao Senhor Deus e fazendo pecar o povo de Deus tornara-se inimigo de Deus, por conseguinte inimigo do profeta de Deus (2 Rs 3. 4-14).
Aqueles que se dispõe a fazer a obra de Deus dentro da direção do Senhor e unção do Espírito Santo, logo sofrerão oposição, foi assim como Elias, Elizeu, Daniel, e o próprio Jesus em seu ministério terreno, mais estas lutas e muitas vezes perseguição servirão para moldar o caráter do cristão e prepara-lo para o exercício do chamado divino. Que o Senhor Deus continue nos dando graça e força para suportamos os embates desta vida, sendo fiel ao Senhor Deus, e valorizando a cada dia a camada divina em nossa vida. A paz do Senhor. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

(2 Rs 2. 14) A AUTORIDADE DA CHAMADA

“E tomou a capa de Elias, que dele caíra, e feriu as águas, e disse: Onde está o SENHOR Deus de Elias? Quando feriu as águas elas se dividiram de um ao outro lado; e Eliseu passou.” (2 Rs 2. 14)

Elias em seu encontro com Elizeu, quando este foi chamado para integrar o ministério de Elias como servo do profeta, e que Deus já o havia escolhido como sucessor do homem de Deus, um dos gestos do profeta Elias foi passar a sua capa sobre Elizeu (1 Rs 19. 19). Na cultura bíblica, afirmou o comentarista da lição, o manto, ou a capa é símbolo da autoridade profética (1 Rs 1. 8 cf. Zc 13. 4), o lançar a capa sobre Elizeu, demonstrava a transferência de autoridade, e a partir de então Elizeu estava capacitado e investido na condição de sucessor de Elias, portanto credenciado ao exercício do oficio de profeta.
Porem o titular Elias inda não havia totalmente deixado as suas funções, então Elizeu nos dar uma lição de humildade, sendo o servo do profeta até que ele seja trasladado (2 Rs 2. 1, 2). Aquele período serviu de aprendizado para Elizeu, que teve no seu antecessor um exemplo a ser seguido. Elizeu esteve com Elias até o ultimo momento antes deste se levado para o céu em um redemoinho, não sem antes contemplar os últimos milagres realizados pelo profeta, como atravessar o Jordão depois de Elias ter separado as águas com sua capa, e o próprio Elizeu pediu ao profeta, uma porção dobrada do espírito de Elias o que entendemos que lhe foi dispensada por Deus, e como símbolo da passagem desta virtude Elizeu recebe o manto de Elias, ao ser este tomado por Deus, para não mais ser visto pelos homens (2 Rs 2 3-13). Elizeu foi para Elias um servo fiel e constante, mostrando assim que estava disposto a seguir e aprender a fim de receber poder para exercer o ministério para o qual Deus o havia chamado.
Tão logo Elias foi levado aos céus na presença de seu servo Elizeu, este recebeu do homem de Deus, o manto o qual Elias deixará cair, deixado para Elizeu um legado de autoridade e poder, a ponto de Elizeu se encontrar novamente diante do Rio Jordão e agora sem o seu senhor Elias, necessitando atravessa-lo, utiliza àquela capa e evoca o Deus de Elias, e as águas do Jordão se abrem para o profeta Elizeu, o homem de Deus, passar. Pouco o nada adianta o ministério sem a devida unção de Deus para o seu exercício, e entendemos que não é o cargo de determina a unção, mas sim a unção divina que define e da legitimidade ao ministério. O profeta Elizeu na verdade recebeu de Deus autoridade para exercer o oficio profético, e o seu ministério foi pontuado por grande e muitos milagres e maravilhas operados por Deus através deste que foi ungido homem de Deus, confirmando assim toda a autoridade divina de sua chamada. O que observamos hoje em nossas Igrejas são muitas titulações e pouca unção de Deus na vida dos titulados.  A paz do Senhor a todos. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

(1 Rs 19. 21) O CUSTO DA CHAMADA



“Então deixou ele os bois, e correu após Elias; e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe, e então te seguirei. E ele lhe disse: Vai, e volta; pois, que te fiz eu?” (1 Rs 19. 20).

Quando Deus chama uma pessoa especificamente para uma missão, e que esta se dispõe a obedecer à voz do seu Senhor, ela sempre tem um preço a sem pago (Mt 16. 24; Lc 9. 23), foi assim com todos os patriarcas e profetas na antiga aliança, e aconteceu também como os discípulos e apóstolos, e até com o Senhor Jesus ao deixar a sua glória (Fp 2. 5-8) para vir a este mundo dar a sua vida em resgate dos perdidos.
Para o profeta Elizeu não foi diferente, quando o profeta Elias o encontrou, este estava no campo trabalhando, arando a terra como suas juntas de bois (1 Rs 19. 19-21), o profeta recebe a chamada, e logo reconhece que não poderia acumular as duas funções a de lavrador de terras e profeta de Deus, então ele pede uma permissão ao homem de Deus, para que  se despedisse de seus pais, e logo após seguiria o profeta Elias, dado a permissão, o Elizeu também descobre que seus artefatos da roça não lhe tinha mais serventia, e em um desprendimento total para servir a Deus e a comunidade de Israel, mata os bois do cultivador, quebra os instrumentos de trabalho com eles faz um fogo e prepara os bois e comida e distribui com o povo, e agora renunciado a sua casa, o os seus negócios no campo entrega-se para o servir primeiramente a Elias, e por conseguinte servir a Deus. Observando o ministério deste profeta entendemos que os grandes homens de Deus foram aquele que aprenderam a servir, não somente a Deus mais também ao próximo.
Devemos observar que o Elizeu não abandonou o trabalho na lavora ante da certeza de sua chamada, nem tampouco o trabalho árduo no lidar com bois e arado o impediu de ser escolhido por Deus para tão nobre missão, o Senhor Deus não conta como os desocupados, disto aprendemos que os que almejam serem escolhido por Deus para sua obra devem continuar em suas atividades laborais cotidianas, ou mesmo estudado e se preparando para que quando vier à chamada de Deus o homem esteja pronto para a obra do Senhor, e se a chamada de Deus não vier, e oficio na obra de Deus ficar apenas no anelo do coração da pessoa, ele esteja pronto para ser um cidadão, arcando com seus compromissos sociais e familiares, servindo ao Senhor na sua igreja local sem prejuízo a obra de Deus. Outra lição que tiramos da vida de Elizeu e seu desprendimento dos bens materiais, pois em uma ação continuada ele se desfez dos bois dos aparatos de cultivar a terra, e até do convívio familiar para servi ao Senhor, e quanto que nos dias atuais encontramos pessoas que, mesmo se dizendo servos de Deus, e seguidores de Cristo têm atrelado o seu viver aos bem desta vida, como se o evangelho de Cristo um amuleto para o enriquecimento e para uma vida de luxuria, mais a vida de Eliseu e dos demais servos de Deus nos aponta na direção oposta, não cremos no Evangelho da prosperidade e da confissão positiva, pois o Senhor Jesus nos falou. No mundo tereis aflições. E estar foi à marca na vida daqueles que com fidelidade serviram ao Senhor Deus. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010. 
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

(1 Rs 19. 20) A EXCLUSIVIDADE DA CHAMADA


“Então deixou ele os bois, e correu após Elias; e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe, e então te seguirei. E ele lhe disse: Vai, e volta; pois, que te fiz eu?” (1 Rs 19. 20)

Na lição desta semana na EBD, estamos estudando o peridou de transição do ministério de Elias para o seu sucessor Elizeu, dando ênfase ao legado deixado por Elias ao seu discípulo Elizeu, portanto vamos aprender nesta lição que Elias sendo um dos mais bem sucedidos biblicamente em seu ministério profético, que primava pela observância irrestrita das orientações de Deus, e que serviu a seu Deus com integridade, legitimidade e fidelidade como poucos. Um dia também chegou o momento de encerrar a sua jornada, e sendo assim Deus também lhe orienta a preparar um sucessor, e mais uma vez seguindo a direção divina escolhe a Elizeu, um jovem trabalhador do campo que recebe de Elias o legado para dar continuidade ao seu ministério profético.
Quem era Elizeu? Podemos descrevê-lo como um camponês trabalhador a quem o próprio Deus escolheu para ser o sucessor de Elias, Vejamos a citação do nosso comentarista na lição 2 deste trimestre. “Elizeu [...] Seu ministério profético cobriu toda a ultima metade do século IX a. C., atravessando os reinado de Jorão, Jeú, Jeoacaz, e Joás, do reino Norte. Sua influencia estendia-se desde uma viúva endividada (2 Rs 4. 1) até um homem rico e proeminente (2 Rs 4. 8) e mesmo até dentro do próprio palácio de Israel (2 Rs 5. 18; 6. 9, 12, 21, 22; 6. 32 - 7. 2; 8. 4; 13. 14-19). Além disto, outros reis (Josafá de Judá, (2 Rs 3. 11-19), Bem-Hadade da Síria, (2 Rs 8. 7-9)) e autos funcionários do exército sírio (2 Rs 5. 1, 9-19)procuravam sua ajuda.
Diferentemente de Elias que tinha uma tendência a ascetismo e a se afastar dos olhos do público, Elizeu viveu próximo ás pessoas que servia, e gostava da vida social. Tinha uma casa em Samaria, a capital (2 Rs 6. 32), mas viajava constantemente pelo país tal como Samuel havia feito antes dele. Frequentemente parava para visitar seus amigos em Suném. Exatamente como Jesus fez, mais tarde, e muitas vezes com Maria e Marta. Elizeu chorou quando falou com Hazael, pois conhecia muito bem o cruel sofrimento que esse causaria a Israel (2 Rs 8. 11, 12). [...] É evidente que muitos aspectos da pessoa e da obra de Eliseu são capazes de reproduzir em muitos aspectos o caráter e ministério de nosso Senhor” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 633).
O texto em tela mostra-nos um pouco da vocação e detalhes da chamada de Elizeu, uma chamada exclusiva com a finalidade de dar continuidade a trabalho iniciado por Elias, Elizeu era um homem fiel a Deus, entendemos que ele estava incluso dentro dos sete mil que ainda não havia se dobrado a Baal (1 Rs 19. 18), além disto era uma homem dedicado a trabalho árduo de cultivar a terra, quando Elias o encontrou ele estava trabalhando no campo com suas doze juntas de bois, e portanto era homem experimentado no trabalho, acostumado a passa por intempéries na vida, e conhecedor dos perigos e agruras do  lidar com o campo, foi convocado por Elias, se desfez dos seus bois e instrumentos de trabalho, deixou os seus parentes em patente renúncia, aos bens materiais desta vida para servir a Deus e a seus compatriotas, em uma chamada divina, para ser um porta voz do Senhor Deus como assim foi o seu antecessor Elias. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.  

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

(1 Rs 19.16) A ORIGEM DE SUA CHAMADA


“Também a Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei de Israel; e também a Eliseu, filho de Safate de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar.” (1 Rs 19. 16)

A Bíblia não registra a chamada especifica de Elias para o ministério profético como fez com o seu sucessor o profeta Elizeu, e como também aconteceu com tantos outros, os patriarcas e profetas e no Antigo Testamento, e os discípulos e apóstolos no Novo Testamento, mas nem por isto o profeta deixa de ser importante como profeta de Deus ou menos poderosos em obras que os demais profetas, daí entendermos que a origem de sua chamada é divina, como o objetivo de confrontar a Acabe rei em Isael e os filhos de Israel, que viviam um período de apostasia e adoração a Baal e Aserá, por influência da temida rainha Jezabel, uma pagã que se casara como o rei de Israel, Acabe.
Elias foi escolhido pelo Senhor Deus, para o servi como atalaia e pregoeiro em um periodor em que Israel, o Reino Norte, havia alcançado a sua melhor posição política e econômica desde a separação de Judá, o Reino Sul, ocorrida no reinado de Davi em Jerusalém. Vejamos a citação do nosso comentarista na lição 2 deste trimestre. “Elias [...] Sua primeira missão foi enfrentar o rei Acabe com o aviso de uma seca eminente, lembrando que o Senhor Deus de Israel, a quem ele havia ignorado, tinha o controle da chuva na terra onde viviam (Dt 11. 10-12). Em seguida, Elias isolou-se e caminhou em direção a leste do rio Jordão. Neste lugar, ele foi sustentado pelas águas do ribeiro de Querite e pelo o pão e carne milagrosamente fornecidos pelos corvos, É possível que esse “ribeiro” (nahal) seja o profundo vale do rio Jarmuque, ao norte de Gileade. Quando o suprimento de água terminou por causa da seca, Elias foi divinamente instruído a ir até Sarepta, na Fenícia, onde seria sustentado por uma viúva cuja reserva de farinha e óleo havia sido milagrosamente aumentada até que a estação das chuvas fosse restaurada à terra. A identidade de Elias como profeta ou homem de Deus foi confirmada pela divina manifestação quando o filho da viúva foi restaurado à vida” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 628-629).
Portanto por sua vida dedicada ao oficio de profeta, de fé inabalável no Senhor Deus, pelo cumprimento de suas profecias, e pelos atos milagrosos operados por Deus através deste homem de Deus, o profeta Elias, não resta a menor dúvida de que a origem de sua chamada ao ministério profético é divina, e que em algum tempo que a Palavra de Deus não traz o registro, ele foi ungido para tal fim, e a partir de então o Espírito do Senhor de apoderou de Elias, o transformado em um dos mais evidentes profetas do Antigo Testamento. Amém!!

Referências bibliográficas:

GONÇALVES, José. Elias e Eliseu. Lições Bíblicas, 1º Trim. 2013. CPAD. Rio de Janeiro.  2012.
PEARLMAN, Myer; Tradução de OLSON, N. Laurence. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. Emprevan Editora. Rio de Janeiro. 1968.
COELHO, Alexandre. Subsídios para Elias e Elizeu – Um Ministério de Poder para toda a Igreja. Artigo publicado em Ensinador Cristão. Ano 13 – nº 53. CPAD. Rio de Janeiro. 2013.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Antigo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. Rio de Janeiro. 2010.
FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Editora Vida Nova. São Paulo. 2007.