sábado, 17 de agosto de 2013

LIÇÃO 7 – 3 Trim. 2013 – A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS.


Texto Áureo

“Resta, irmão meus, que vos regozijeis no Senhor” (Fp 3. 1a)

Verdade Prática

Para quem ama a Deus o mais importante é ter um coração renovado pela ação do Espírito Santo.


INTRODUÇÃO

Estudaremos nesta lição:

  1. A alegria no Senhor é a força motora que nos faz transpor as dificuldades e aflições deste tempo presente, nos garantindo felicidade, paz e quietude na alma.
  2. As advertências de Paulo contra os inimigos de nossa fé em Cristo, os quais com suas falsas doutrinas querem persuadir os fiéis a se afastarem da sã doutrina.
  3. A verdadeira circuncisão cristã, um ato espiritual, realizado pelo Espírito Santo, pela fé em Cristo Jesus que remove a nossa velha natureza e nos concede uma nova, em um processo interior, no coração do homem.
I – A ALEGRIA DO SENHOR

1. Regozijo espiritual

  • Paulo parece iniciar a conclusão de sua carta aos filipenses, mas tem algo importante a dizer aqueles crentes.
  • Resta, irmãos meus” ou ainda “Finalmente, irmãos meus”;
  • Regozijeis no Senhor”, a alegria do Senhor é a força que nos faz superar toda e qualquer adversidade (Ne 8. 10).
               
2. Exortação ao regozijo

  • A alegria do Senhor é produzida pelo Espírito Santo no interior do crente;
  • Alegria que independe das circunstâncias, é divina, e fortalece o crente frente às dificuldades;
  • Capacita e fortalece a igreja a suportar as adversidades;
  • Para Paulo um consolo divino na prisão, que produzia descanso e quietude para a sua alma.
3. Alegria em meio às preocupações e aflição

  • Pelos sofrimentos que passavam, Paulo percebia que os filipenses poderiam ser tomados pelo desanimo;
  • Paulo os exortou a alegrarem-se em Deus, pois a alegria do Senhor nos fortalece (Ne 8. 10);
  • Só seremos capazes de nos regozijarmos nas dificuldades, quando conhecemos a Deus e confiamos plenamente no Senhor e na Sua palavra;
  • À exemplo de Paulo e Silas quando presos em Filipos (At 16. 24, 25);
  • No Senhor Deus podemos sempre confiar, Regozijemo-nos sempre Nele (1 Ts 5. 16).
II – A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (Fp 3. 2-4)

1. “Guardai-vos dos cães”

  • A intransigência de Paulo para com os maus obreiros;
  • Os tais causavam muitos males à igreja, principalmente aos novos crentes;
  • Os judaizantes acreditavam e ensinavam que os gentios deviam cumprir todo o rito judaico para serem salvos.
  • Um fardo pesado e legalista que nem eles próprios podiam carregar (Gl 2. 14);
  • Paulo os trata por “cães” que tentavam devorar a fé deles na sua ausência.
  • Paulo os rechaça com veemência, e aconselha os filipenses a se resguardarem deles.

2. Guardai-vos dos maus obreiros.

  • Espalhavam falsos ensinos, e não preservavam a sã doutrina dos apóstolos;
  • Pregavam um falso evangelho, contaminado com os ritos judaicos (Gl 1. 8, 9);
  • Afirmavam que os gentios só seriam cristãos se seguissem a lei de Moisés e as tradições do Judaísmo;
  • Porém o concilio de Jerusalém já havia discutido e deliberado sobre tais questões (At 15. 1-20).
  • Faziam questão de discordar dos ensinos de Paulo, e impor à igreja gentia as práticas judaicas.

3. “Guardai-vos da circuncisão”.

  • Os maus obreiros queriam impor aos filipenses a prática da “circuncisão”;
  • Para eles a “circuncisão” tornava os gentios verdadeiramente cristãos;
  • Paulo ensina à verdadeira “circuncisão é aquela operada no coração, não da carne, mas sim vinda do Espírito Santo”;
  • Não a uma marca física no corpo apenas, mas uma marca no homem interior, um sinal de Cristo e de sua obra redentora, impressa pelo Espírito Santo.

III – A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (Fp 3. 3).

1. A circuncisão no Antigo Testamento.

  • Circuncisão, um rito religioso, de caráter moral e espiritual, sinal físico na qual indicava que a pessoas pertenciam ao povo com o qual Deus tinha selado um pacto; (Gn 17. 1-14; 23-27)
  • Era também um sinal de obediência a Deus (Gn 17. 11; At 7. 8);
  • Os seguidores de Cristo não necessitam mais deste sinal para serem identificados como servos Dele;
  • A circuncisão do cristão é operada pelo Espírito Santo num procedimento interior e espiritual;
  • Uma intervenção realizada no coração, mediante a fé em Jesus Cristo (Rm 4. 9-11).
2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas.

  • A circuncisão em Cristo não é realizada por mãos humanas “no despojo do corpo da carne” (Cl 2. 11, 12);
  • Mas um ato realizado por Cristo que remove a velha natureza, carnal e corrompida, e nos concede uma nova vida espiritual e redimida (2 Co 5. 17-21);
  • É uma circuncisão no coração ( Rm 2. 17-29);

3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (Fp 3. 3-7).

  • Os judaizantes confiavam mais na carne a na circuncisão, do que em Cristo;
  • Paulo apresenta suas credenciais de Judeu e seguidor da lei, e do judaísmo (Fp 3 5-7);
  • Porém enfatiza que ao encontra-se com Cristo, renunciou a tudo aquilo para servir e confiar apenas em Jesus Cristo o seu salvador e redentor (Fp 3. 7-10);
  • Nenhum rito religioso é capaz de salvar o homem, mas a fé em Cristo e a Sua graça são suficientes para salvar o perdido (Ef 2. 5-10; Rm 3. 20-26).

CONCLUSÃO

O confiar em Cristo nos garante alegria para enfrentar as aflições da vida, e a nossa felicidade tem base sólida na fé em Deus e não navega ao sabor dos ventos das circunstâncias desta vida: temos uma esperança! Paulo mostrou a importância dos rituais da lei para os judeus, mas nos ensina que a garantia da nossa salvação é a fé em Cristo Jesus, e o que deve mover o crente é o seu relacionamento com o Cristo ressuscitado.

                                                                





LIÇÃO 7 – 3 Trim. 2013 – A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS.

Estudaremos a partir de hoje o capítulo 3 da carta aos filipense, e vamos descobrir que o apóstolo continua com a sua preocupação pela intromissão dos falsos obreiros no meio da igreja dos filipenses, estes se aproveitavam da ausência do apóstolo que estava preso em Roma para disseminar seus falsos ensinos, tentando persuadir aqueles crente à se afastarem da fé em Cristo Jesus, que receberam pela pregação de Paulo, a prática de outro evangelho, e este misturado com as crenças e ritos do judaísmo, pelo que Paulo exorta a resistirem estes maus obreiros, e mesmo que eles venham a enfrentar adversidade e lutas, que eles mantivesse a alegria e o fervor no Senhor (Fp 3. 1), pois a alegria do Senhor é a nossa força conforme (Ne 8. 10).
O apóstolo parece iniciar a conclusão de sua carta aos crentes em Filipos “Resta” tem sentido conclusivo, “finalmente”, “sendo assim” ou “algo restante” , mas havia ainda algo importante que Paulo desejava ministrar aquela igreja, havia algo importante e necessário a ser dito dentro daquele escrito a Igreja do Senhor que estava em Filipos, e o apóstolo começa a discorrer sobre a alegria no Senhor “que vos regozijeis no Senhor”, uma vez que ele entendia que a alegria no Senhor não poderia de maneira nenhuma se afastar do meio daqueles crentes, sob pena deles sucumbirem pela adversidade e afiliações que haviam de enfrentar, porém fortalecido pela alegria que vem de Deus, “... a alegria do Senhor é a vossa força.” (Ne 8. 10) produzida pelo Espírito Santo no coração daqueles crentes, haveriam de enfrentar todas as adversidades. Para o apóstolo que se encontrava prisioneiro, esta alegria era um consolo, que produzia em seu interior e se refletia em suas atitudes e palavras, paz e quietude em sua alma, com autoridade para exortar os crentes de Filipos a se regozijarem no Senhor mesmo diante das lutas e dificuldades, tal como aconteceu com eles na própria cidade de Filipos (At 16. 24,25). Em Deus somos exortados a confiar e no regozijarmos sempre (I Ts 5. 16).
Depois de exortar os filipenses a manter a sua alegria no Senhor, Paulo vai insistir com aqueles crentes quanto ao cuidado como os falsos obreiros, e suas falsas doutrinas, não que ele não estivesse consciente de que os filipenses estavam se portando bem diante destes maus obreiros, porém Paulo entedia que os ataques destes eram violentos e avassaladores e que podia destruir a fé de alguns daqueles crentes. Não temos em toda a carta, nenhum indício de que algum crente tenha cedido aos falsos ensinos ou mesmo tenham aderido ao mau procedimento destes obreiros, mas que existia entre os cristãos de Filipos, pregadores e irmãos oriundos da comunidade judaica “os judaizantes” que infiltrados na igreja de Filipos ensinavam que: para os gentios se tornarem cristãos verdadeiramente, era necessário que estes seguissem a lei mosaica, e o pior, que abraçasse sem restrição todas as tradições judaicas. Paulo trata estes judaizantes como “cães” e “maus obreiros”, cães porque atacavam a sã doutrina pregada pelos apóstolos, com o objetivo de desqualificar a autoridade de Paulo perante aqueles irmãos, impondo sobre eles um fardo de legalismo, aqui tipificado pela circuncisão, fardo este tão pesado que eles próprios não podia carregar, estes eram judeus que se diziam convertidos ao cristianismo, porém tentavam lançar na mente dos gentios convertido a Cristo, o circuncidar-se, como parâmetro de vida para a fé cristã, e as tradições judaicas como uma necessidade àqueles que professavam a Cristo como salvador. Nesta preocupação o apostolo vai enfatizar por três vezes “Guardai-vos” seguido das expressões “dos cães”, “dos maus obreiros” e “da circuncisão, numa nítida preocupação de Paulo com a segurança e o bem estar espiritual dos seus filhos na fé, os crentes de Filipos. Ora, a circuncisão como prática a ser observada como regra de fé para os crentes gentios já havia sido discutida e deliberado por um concílio na Igreja de Jerusalém, é o chamado concílio de Jerusalém, de Atos 15, e ali os apóstolos reunidos depois de ouvirem os argumentos dos judaizantes de Jerusalém, que queriam impor a circuncisão como atestado de fé e conversão ao cristianismo aos gentios convertidos a Cristo, no que Tiago como representante dos apóstolos no concilio tomou a seguinte posição: “Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da fornicação, do que é sufocado e do sangue.” (At. 15. 19, 20), posição acatada e deliberada pelos demais representantes de igreja, como conduta a ser seguida pelos gentios novos convertidos, numa declaração nítida e suficiente de que a salvação é pala fé em Cristo Jesus independentemente das obra que possa ser praticada pelo homem. Os maus obreiros, porém, insistiam em disseminar tais ensinos entre o crente de Filipos, contrariando o ensinado por Paulo e tentando impor aos crentes gentios entre os filipenses as práticas e os costumes do judaísmos, em uma afronta direta ao ensino apostólico e ao evangelho da graça do Senhor Jesus Cristo.
Ao deparamos com os ensinos de Paulo aos filipenses a com a sua teologia impressa em suas cartas as igreja na Ásia Menor e na Macedónia, nos vem à reflexão. Qual a verdadeira circuncisão cristã? No Antigo Testamento vamos buscar o mandamento que instituía este procedimento cirúrgico entre o povo de Deus, Israel, a circuncisão era um rito religioso, de caráter moral e espiritual praticado a partir de Abrão de seus descendentes, que se constituía em cortar a pele que cobria o prepúcio (órgão sexual masculino) como sinal de obediência a Deus, estava destinado a todos da comunidade judaica e era um sinal físico de que a pessoa pertencia ao povo com o qual Deus havia selado um pacto (Gn 17. 1-27), tal procedimento era um tratado entre Deus e os filhos de Israel, a descendência de Abraão, porém os convertidos ao cristianismo entre os gentios, os seguidores de Cristo, a este não estavam imposta a circuncisão no “despojo do corpo da carne” (Cl 2. 11, 12), mais sim, uma circuncisão interior espiritual operada pelo Espírito Santo mediante a fé em Jesus Cristo no coração daqueles que o aceita como salvador e redentor de sua vida (Rm 4. 9-11), um ato espiritual que consiste da remoção da velha natureza debilitada e corrompida pelos pecado, e a implantação e uma nova natureza agora espiritual e redimida no sangue de Cristo vertido no calvário (2 Co 5. 17), uma circuncisão no coração (Rm 2. 29). Diante do exposto entendemos que a salvação é uma obra da graça de Deus, através da fé em Jesus Cristo, (Ef 2. 5-10; Rm 3. 20-26) e Paulo reafirma tal ideia ao apresentar suas credenciais de Judeu e praticante da lei e da religião judaica como o fervoroso discípulo, mas que ao encontra-se com o Senhor Jesus na estrada de Damasco e conhecer o seu Salvador, aquelas práticas que ele próprio as considerava com um grande ganho para a salvação, haviam de tornado no coisas desprezíveis (esterco) diante da transformação efetuada pelo Espirito Santo em sua vida (Fp 3. 7-10). Agora sim entendemos e podemos afirmar que: A salvação é somente pela fé que há em Cristo Jesus e que nenhum rito religioso, e ou obras de caridade que o homem possa fazer, lhe garante a salvação e o pagamento de seus pecados, e a vida eterna.
O confiar em Cristo nos garante alegria para enfrentar as aflições da vida, e a nossa felicidade tem base sólida na fé em Deus e não navega ao sabor dos ventos das circunstâncias desta vida: temos uma esperança! Paulo mostrou a importância dos rituais da lei para os judeus, mas nos ensina que a garantia da nossa salvação é a fé em Cristo Jesus, e o que deve mover o crente é o seu relacionamento com o Cristo ressuscitado.


LIÇÃO 7 – 3 Trim. 2013 – A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS - EXERCÍCIOS

Nome:


Assinale verdadeiro ou falso:

1 Paulo mesmo diante das adversidades exorta os crentes de Filipos a se alegrarem no Senhor.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

2 A alegria do Senhor não é produzida pelo Espírito Santo no coração do crente.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

3 Paulo não tratou os maus obreiros e judaizantes infiltrados na igreja dos filipenses por “cães”.
(  ) Verdadeiro                                                                 (   ) Falso

4 Os judaizante queriam impor aos gentios convertidos ao cristianismo na igreja de Filipos, a observância a lei de Moisés e das tradições judaicas.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

5 A circuncisão do cristão é espiritual e interior, operada pelo Espírito Santo, no coração do homem, mediante a fé em Jesus Cristo.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

Responda:

6 De acordo com a lição escreva uma breve reflexão em 10 linhas sobre a verdadeira circuncisão cristã.


7 Conforme Atos 15 o que o concílio de Jerusalém havia deliberado com relação a leis judaica a ser seguido pelos gentios convertido ao cristianismo?



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sábado, 10 de agosto de 2013

LIÇÃO 6 – 3 Trim. 2013 – A FIDELIDADE DOS OBREIROS DO SENHOR.




Texto Áureo

“Espero, porém, no Senhor Jesus, mandar-vos Timóteo, o mais breve possível, a fim de que me sinta animado também, tendo conhecimento da vossa situação.” (Fp 2. 19)

Verdade Prática

Os obreiros do Senhor devem estar conscientes quanto á sua responsabilidade no santo ministério.


INTRODUÇÃO

Estudaremos nesta lição:

  1. Paulo, mesmo preso em Roma, se preocupava com os Cristãos de Filipos, e com a Igreja do Senhor entre eles, em razão do seu amor e zelo como obreiro chamado por Deus, servo do Senhor e da Igreja de Cristo.
  2. Timóteo, um obreiro aprovado, que poderia ser enviado a Filipos, para cuidar da Igreja do Senhor e preservar o rebanho de Cristo.
  3. Epafrodito, um líder da casa, que tinha adquirido a confiança de Paulo e dos crentes de Filipos pela sua dedicação e fidelidade para como os negócios de Cristo entre eles.
I – A PREOCUPAÇÃO DE PAULO COM A IGREJA.

1. Paulo, um líder comprometido com o pastorado.

  • O coração amoroso de Paulo,
  • Mesmo preso em Roma, ansiava por noticias dos crentes de Filipos;
  • Sabia da fragilidade e vulnerabilidade daquelas ovelhas;
  • Temia aos lobos devoradores (Mt 10. 16; At 20. 29);
  • Estava preocupado com a segurança espiritual dos filipenses;
  • Esforçava-se ao máximo para suprir as suas necessidades.
               
2. Paulo o mentor de novos obreiros.

  • Epafrodito e Timóteo são apresentados como obreiros;
  • Para servirem a igreja de Filipos na ausência de Paulo;
  • Timóteo era um obreiro qualificado para liderar o rebanho em Filipos;
  • Epafrodito, uma valorização de um obreiro local;
  • Obreiros íntegros, capazes de combater a avareza dos falsos obreiros;
  • Lideres, dedicados a causa do evangelho de Cristo;
  • Que colocavam os interesses da igreja, acima dos seus próprios. 

3. Paulo um líder que amava a Igreja.

  • Paulo e a igreja de Filipos, uma relação estabelecida em amor;
  • Paulo não tratava a igreja do Senhor como comercio ou negocio qualquer;
  • Um pai que ama os filhos gerados em Cristo;
  • As palavras de admoestação, exortação e deprecações, demonstram seu profundo amor pela igreja dos filipenses;
  • Somos carentes de obreiros e líderes dedicados, que amem a Igreja do Senhor;
  • Que lhes apascente com amor, ensine a sã doutrina e preserve a vida, em Cristo.

II – O ENVIO DE TIMÓTEO À FILIPOS (Fl 2. 19- 24).

1. Paulo dá testemunho de Timóteo.

  • O envio de Timóteo tinha por objetivo fortalecer a liderança local;
  • Trabalharia na defesa do evangelho e preservação do Corpo de Cristo;
  • Timóteo era um obreiro da inteira confiança de Paulo
  • O próprio Paulo o considerava como um filho (1 Tm 1. 2; Fp 2. 22);
  • Líder de palavra íntegra, leal e no temor de Deus;
  • Serviria e ensinaria aqueles crentes como amor e abnegação como o próprio Paulo;
  • Pregaria o evangelho com total comprometimento a Cristo (Fp 2. 20)

2. O modelo Paulino de liderança.

  • Timóteo, Epafrodito e Tito obreiros instruídos e formados sob a liderança de Paulo;
  • Aprenderam, dedicação, humildade, disposição e amor a obra de Deus;
  • Paulo era para eles o exemplo de obreiro que carregava no seu corpo as marcas do evangelho de Cristo;
  • Paulo lhes mostrará na própria pele, as marcas de um líder servidor da Igreja.
  • O apóstolo aprendera de Cristo, o líder deve servir a igreja e jamais servir-se dela (Mt 20. 28)


3. As qualidades de Timóteo (Fp 2. 20-22).

  • Timóteo aprendeu com Paulo, o servir a igreja como finalidade do líder;
  • Serviu ao apóstolo com fidelidade, e estava pronto e disposto a cuidar dos filipenses;
  • Líder autêntico, de caráter irrepreensível, estava devidamente preparado e aprovado para cuidar da igreja em Filipos;
  • Tinha disposição para “servir” ao Senhor e a sua Igreja;
  • O líder Cristão precisa desenvolver empatia com os seus liderados;
  • Tem que ser um referencial para toda a comunidade de fé (1 Tm 4. 6-16).

III – EPAFRODITO, UM OBREIRO DEDICADO (Fp 2. 25-30).

1. Epafrodito, um mensageiro de confiança.

  • Epafrodito era grego, um obreiro local exemplar, de caráter ilibado;
  • Um companheiro e cooperado com Paulo nos combates;
  • Incumbido da missão de confortar a Paulo na prisão em Roma;
  • Amima e fortalece o apóstolo com as boas noticias dos crentes de Filipos;
  • Este ainda levou a Paulo uma ajuda financeira da parte dos filipenses.

2. Epafrodito, um verdadeiro missionário.

  • Epafrodito, não só mensageiro, mas também pregador do evangelho nas periferias de Filipos;
  • A semelhança de outro, era um autêntico missionário (1 Ts 1. 1-7);
  • Entendia que se o alvo era o propagar a evangelho de Cristo, os sofrimentos era parte do galardão;

3. Paulo envia Epafrodito.

  • Paulo desejava e precisava mandar alguém para cuidar da igreja em Filipos;
  • Mandar a Timóteo inicialmente, uma vez que Epafrodito adoecera vindo quase a falecer;
  • Deus teve misericórdia dele e o restaurou, vindo a ser enviado a Filipos;
  • Epafrodito possuía condições morais, espirituais e emocionais para cuidar dos crentes de Filipos;
  • Paulo pede para que o recebam em Cristo, honrando-o como obreiro fiel (Fp 2. 29, 30);
  • Que os atuais obreiros cuidem com amor de zelo a Igreja de Cristo;
  • E que os membros desta possam reconhecê-los pela maturidade, fidelidade e responsabilidade de servos de Deus e da Igreja de Cristo;
  • Obreiros dados por Deus para servirem a Igreja de Cristo (Hb 13. 17).


CONCLUSÃO

A igreja é propriedade exclusiva de Cristo, e Deus constituiu sobre ela, obreiros e líderes, que são servidores de Cristo e da Igreja, portanto aquele a quem Deus chamou e comissionou para tal fim deve desempenhar suas funções com amor, dedicação e fidelidade, tendo a Cristo como modelo, e em mente o que escreveu o apóstolo Pedro (1 Pe 5. 2, 3).

                                                                




LIÇÃO 6 – 3 Trim. 2013 – A FIDELIDADE DOS OBREIROS DO SENHOR - COMENTÁRIO

           Paulo preso em Roma tendo em sua companhia a Timóteo e a Epafrodito, e desejava ardentemente visitar as igrejas fundadas por ele na Macedônia e na Ásia Menor, e em especial os crentes de Filipos, uma vez que recebera as noticias de como aqueles crentes se desenvolviam na carreira cristã, que embora estivessem bem alicerçados no conhecimento de Cristo e operasse bem a salvação que receberá de Deus, por intermédio do ministério de Paulo, haviam alguns ajustes a serem feitos e seria muito bom e agradável ao apóstolo se tivesse a oportunidade de ter pessoalmente com a igreja em Filipos, ele mataria a saudade que lhe apertava o coração e pessoalmente compartilharia dos oráculos santos com aqueles irmãos. Mas a sua viajem naquele momento seria impossível, até porque estava preso em Roma não havia ainda sido julgado e, portanto não poderia empreender tal viajem, mas logo que pudesse lhe enviaria a Timóteo, servo do Senhor e companheiro de Apóstolo Paulo na obra missionária e que se encontrava em Roma dando o devido suporte a Paulo em sua estadia na cidade de Roma, ao que mostra o texto a igreja dos Filipenses enfrentava naqueles dias ataques de obreiros sem o devido compromisso com a obra de Deus, vejamos que Paulo ao justificar o envio de Timóteo aos crentes de Filipos assim este tivesse resolvido alguns negócios de Paulo em Roma, cremos que tais negócios eram referentes a tramites de seu julgamento junto a corte romana, daí a ser importante a permanência de Timóteo ainda em Roma, porem em sua justificativa Paulo fala de obreiros que estavam entre os crentes de Filipos, mas que buscavam os seus próprios interesses  e não propriamente os interesses do Evangelho de Cristo, ele assim se expressa: “porque todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus” (Fp 2. 21) , logo eram  obreiros fraudulentos que se intrometiam na igreja sem ter o devido compromisso com as ovelhas de Cristo, e buscando para si a gloria, e se locupletarem mediante a exploração do rebanho de Deus, e Paulo preocupado com esta situação e buscando a segurança e o bem espiritual daqueles crentes, e não podendo ir ter com eles, deverá em poucos dias, quando Timóteo se livrar de afazeres que ainda lhes restam em Roma, ser enviado de Paulo a Filipos, para que possa por em boa ordem os negócios de Cristo em Filipos, e somente assim Paulo ficaria satisfeito e esperava assim continuar a receber boas noticias do campo missionário em Filipos, enquanto não era possível enviar a Timóteo. Paulo lhes devolvia a Epafrodito, que também era um dos cooperadores de Paulo no evangelho da cidade de Filipos e que fora enviado por aquela igreja até Roma e ao encontro do Apóstolo Paulo, com a finalidade de lhes levar uma oferta financeira envida pelos crentes de Filipos, e auxiliar o apóstolo alguns dias na sua árdua jornada em Roma, a quem Paulo o envia de retorno a Filipos, afim de que possa dar inicio ao combate dos falsos obreiros, até a chegada de Timóteo ou mesmo de Paulo, até porque Paulo esperava em poucos dias estar livre de suas cadeias, e poder assim estar com os crentes de Filipos.


LIÇÃO 6 – 3 Trim. 2013 – A FIDELIDADE DOS OBREIROS DO SENHOR - EXERCÍCIOS

Nome:

Assinale verdadeiro ou falso:

1 Paulo, não tinha preocupações com as igrejas as quais fundará na Macedônia e Ásia Menor, todas estavam bem instruídas e não corriam risco algum.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

2 Paulo, era um líder que não amava as igrejas pelas quais passava.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

3 Timóteo, não tinha qualidades espirituais e morais para assumir a liderança pastoral na igreja dos filipenses.
(  ) Verdadeiro                                                                 (   ) Falso

4 Epafrodito, era grego, e um obreiro indicado pela igreja de Filipos, para estar com Paulo em sua prisão em Roma, e levar-lhe donativos.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

5 A igreja local necessita reconhecer a maturidade e a responsabilidade se seus obreiros como sevos de Deus e da Igreja do Senhor.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

Responda:

6 De acordo com a lição descreva qual era a tarefa inicial de Epafrodito a frente da igreja de Filipos.


7 Faça um pequeno resumo sobre a qualidade dos obreiros indicados por Paulo para assumir a liderança da igreja de Filipos, as quais podemos destacar nesta lição.



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